Uso de coquetel não tem consenso

Após dois dias de debates sobre a ampliação do uso do coquetel de remédios antiaids como espécie de "pílula do dia seguinte", especialistas, representantes do governo e de ONGs convocados para preparar o novo documento com recomendações técnicas para o tratamento da doença não chegaram a um consenso.

Lígia Formenti, O Estado de S.Paulo

03 de junho de 2010 | 00h00

A indicação de antirretrovirais para tentar impedir a contaminação é feita no País para vítimas de estupro e acidentes de profissionais de saúde. Os especialistas discutem indicá-los para pessoas expostas a outros riscos, como relações sexuais desprotegidas com prostitutas. A previsão é que debates continuem a ser feitos por e-mail até a chegada de um consenso.

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