Vários craques acabaram preteridos por treinadores

As manias dos técnicos que comandaram a seleção já acabaram com o sonho de craques de disputar uma copa do mundo. Falcão, maior jogador da história do Internacional, não foi lembrado por Cláudio Coutinho para o Mundial de 1978. O então treinador do Flamengo preferiu a raça do são-paulino Chicão. Quatro anos depois, Telê Santana escalou Waldir Peres com a camisa 1, deixando Leão, titular nas duas copas anteriores, de fora da lista dos convocados. .

WILSON BALDINI JR., O Estadao de S.Paulo

25 de novembro de 2009 | 00h00

Romário monopolizou o noticiário da seleção em três mundiais. Nas Eliminatórias para a Copa de 1994, Carlos Alberto Parreira só convocou o atacante do Barcelona no último jogo, quando a seleção precisava da vitória sobre o Uruguai, no Maracanã. Romário fez os dois gols do jogo. Nos EUA, foi um dos responsáveis pela conquista do tetracampeonato. Em 1998, foi cortado por contusão. Chorou porque dizia ser possível se recuperar a tempo.

Em 2002, apesar do apelo popular, não conseguiu sensibilizar Luiz Felipe Scolari. O treinador nunca o perdoou pelo pedido de dispensa da Copa América de 2001 e pelos atos de indisciplina antes do jogo com o Uruguai, em Montevidéu. Ainda em 2002, Felipão preferiu Ricardinho, do Corinthians, a Alex, com quem havia conquistado a Taça Libertadores três anos antes com o Palmeiras.

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