Vendas no varejo ficam ligeiramente abaixo do esperado

As vendas no varejo brasileiro cresceram 0,3 por cento em março em relação a fevereiro e 1,8 por cento na comparação com igual mês do ano passado, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

REUTERS

14 de maio de 2009 | 09h36

Economistas ouvidos pela Reuters previam, segundo a mediana, alta mensal de 0,5 por cento e crescimento anual de 2,1 por cento.

Na comparação mensal, oito dos dez setores pesquisados tiveram crescimento das vendas, com destaque para Veículos e motos, partes e peças (3,9 por cento), no mês em que acabou o primeiro período de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros, o que antecipou as compras de muitos consumidores.

Outros segmentos com dados positivos foram Material de construção (3,0 por cento), Tecidos, vestuário e calçados (1,9 por cento) e Livros, jornais, revistas e papelaria (1,9 por cento).

Já as vendas de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo ficaram estáveis e as de Móveis e eletrodomésticos caíram 2,2 por cento.

Sobre março de 2008, seis dos oito setores tiveram alta das vendas, destacando-se Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (15,2 por cento) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (5 por cento).

O IBGE acrescentou que no primeiro trimestre as vendas acumularam expansão de 3,8 por cento.

A receita nominal em março cresceu 0,5 por cento contra fevereiro e 7,8 por cento ante o ano passado, acumulando no trimestre avanço de 9,9 por cento.

(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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