Via Dutra passa a ser fiscalizada com 25 radares fixos

Implantação tem atraso de dois meses; monitoramento seráfeito em seis municípios

Agência Estado

01 Dezembro 2008 | 08h54

Com atraso de dois meses, a Rodovia Presidente Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro, passa a contar hoje com 25 radares fixos, além dos móveis já utilizados pela Polícia Rodoviária Federal. Dez deles vão operar no trecho paulista da rodovia, nos municípios de Guarulhos, Arujá, São José dos Campos, Caçapava e Lavrinhas. A Dutra será a primeira entre as rodovias federais concedidas à administração privada que terá fiscalização por meio de radares fixos. A demora ocorreu porque a Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) teve de firmar um convênio com a Polícia Rodoviária Federal, órgão responsável por notificar o infrator, além de treinar os policiais. Segundo a ANTT, a capacitação foi necessária porque a polícia está habituada a fiscalizar com radares móveis, em operações específicas que duram poucas horas e geram menos autuações. Com os equipamentos fixos a demanda é maior. Em alguns trechos da Serra das Araras (RJ), a velocidade máxima é de 40 quilômetros por hora para automóveis, caminhões, ônibus e motos. No trecho paulista da rodovia, o limite varia de 80 a 110 quilômetros por hora. A concessionária está divulgando as mudanças por meio de faixas e painéis eletrônicos. Segundo a NovaDutra, a instalação dos radares foi liberada pela ANTT depois de um estudo que previa medidas para coibir o excesso de velocidade.

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