Vinho convencional

A vinicultura de larga escala permite diversas práticas.

O Estado de S.Paulo

07 Agosto 2014 | 02h08

A começar pelo vinhedo, pode-se escolher uma videira considerada superior às outras e propagá-la de forma clonal (todas as plantas terão o mesmo DNA). Para evitar ataques de fungos, pragas e outras plantas concorrentes, aplicam-se herbicidas, pesticidas e fertilizantes sintéticos de forma preventiva. A aplicação dos produtos e a colheita da uva é feita com máquinas e tratores pesados, que compactam o solo e dificultam a vida embaixo da terra. Ao chegar à vinícola, as uvas recebem dose de anidrido sulfuroso (SO2) para inibir a ação de bactérias ou leveduras que possam interferir no vinho final. O enólogo pode corrigir taninos, acidez, álcool, concentrar o mosto, escolher leveduras específicas para desenvolver certos aromas e adicionar enzimas para chegar à textura desejada. Embora pouco romântico, conforme o preço, o volume produzido e a proposta da bebida algumas etapas listadas são necessárias. A conversão de um vinhedo convencional para orgânico ou biodinâmico só é considerada completa pelos certificadores a partir do terceiro ano.

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