Vinho de quinta-feira

Espumante doce tem mais detratores que fãs. Confesso que eu mesmo não penso neles com frequência. Entretanto, pela delicadeza frutada das variedades de Moscatel e, principalmente, pelo baixo teor alcoólico (7,5% no caso deste Asti), a bebida é boa companhia para um final de refeição relaxado, acompanhando um queijo salgado ou uma sobremesa leve, um sorvete ou os bolos feitos de acordo com esta edição do Paladar. Sem traço algum de esnobismo, é um bom estouro de bolhinhas delicadas, festivo e para tomar com leveza ou servir para as vetustas tias em visita. E a garrafa é bem bonita. Asti Dolce Villa Jolanda (R$ 65, Malbec do Brasil, tel. 3274-1360).

O Estado de S.Paulo

21 Outubro 2010 | 01h59

Combina com o quê?

Nesta edição, o Glupt! estreia seção de harmonizações partindo da comida para chegar ao vinho ideal. Aproveitei o "caso mochi verde" para iniciar: comentei que gostava do bolinho, e Marisa Ono, produtora de alho negro, me deu uma aula. Pediu a sua mãe, d. Margareth, para produzir o verdadeiro yomogi mochi, feito com losna, e não com corante. É uma delícia, pintadinho e com forte gosto vegetal. Ficou muito bem com o Riesling Dr. "L" Loosen (R$ 48, Expand, tel. 3847-4700), que tem boa acidez e açúcar residual em equilíbrio.

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