Vinho sem complicação

Vinho é para ser bebido. Foi essa simples premissa que guiou os sócios Fabrício Salles Ferreira e Marcello Riberti Nazareth a criarem o Rouge, bar e restaurante inaugurado ontem no Itaim, em São Paulo.

O Estado de S.Paulo

28 Março 2013 | 02h11

A casa por enquanto funciona apenas no jantar e está em fase de ajustes, por isso cobra 30% a menos do preço do cardápio. Ali o vinho é protagonista: ele fica exposto nas prateleiras e geladeiras no salão principal. A ideia foi montar um bar de vinhos, à moda europeia, descomplicando o serviço sem abrir mão da qualidade do que vai à taça.

A carta conta com 120 rótulos, a maioria franceses. Os sommeliers Fábio Goulart e Paulo Neto foram responsáveis pela escolha das garrafas. Eles catalogaram os vinhos de secos a frutados e de leves a encorpados. O objetivo é facilitar a vida do cliente. "Às vezes as pessoas ficam intimidadas diante de um sommelier. Não queremos isso", diz Marcello. Há 20 opções de vinhos em taça da casa, com preços que vão de R$ 16 a R$ 29.

Os sócios trouxeram da Inglaterra a máquina Le verre du vin, um compressor, que sela a rolha de uma garrafa aberta com gás inerte, o que evita a oxidação.

A comida ficou por conta de Ana Soares, do Mesa III, que elaborou o cardápio com pratos de inspiração francesa. Sanduíches na ciabatta ou na baguete, carnes grelhadas, massas, saladas e arrozes compõem o menu, que oferece ainda petiscos de sotaque brasileiro, como croquete de rabada. Um balcão no pátio interno - no qual uma grande sibipiruna ocupa o centro - serve queijos e embutidos. /JOSÉ ORENSTEIN

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