Virose ganha nome de música do carnaval de Salvador

Tão certa quanto a passagem de trios elétricos pelas ruas e avenidas no carnaval de Salvador é a virose que vitima milhares de foliões nas semanas seguintes à folia. Segundo os médicos, a grande concentração de pessoas, a queda da resistência imunológica causada por pouco sono e alimentação inadequada e a exposição às variações climáticas durante os dias da festa são os principais responsáveis pela "gripe de carnaval", que todo ano lota os postos de saúde da capital baiana.

TIAGO DÉCIMO, Agência Estado

15 de fevereiro de 2013 | 17h34

A virose deste ano já tem nome: Ziriguidum, a música da banda Filhos de Jorge que se tornou a mais tocada nos circuitos do carnaval da capital baiana este ano. E já tem, também, as primeiras vítimas, que começam a chegar aos postos médicos.

Segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde, os sintomas desta virose, de acordo com os primeiros pacientes a procurarem os postos, são semelhantes aos de um forte resfriado - dores de cabeça e no corpo, coriza, febre baixa ou moderada, inflamação na garganta e desânimo, durando entre três e seis dias. Nos anos anteriores, a gripe de carnaval foi mais severa, causando diarreia e vômitos, em muitos casos.

De acordo com a secretaria, a Ziriguidum deve responder pela maioria dos atendimentos nos postos de saúde até a Páscoa, no fim de março. O tratamento é sintomático e depende do repouso e da boa alimentação do paciente.

Tudo o que sabemos sobre:
carnavalviroseSalvador

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.