Vivo segue perdendo mercado, mas ainda lidera setor

Vivo teve sua participação diminuída no setor de 28,35% em junho para 28,11% em julho

Michelly Teixeira, Agência Estado

17 Agosto 2007 | 12h15

Balanço consolidado da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) sobre a telefonia móvel no País, referente ao mês de julho, revela que a Vivo teve pequena perda de participação no mercado, mas mantém sua liderança. A empresa viu sua participação cair para 28,11% em julho, contra 28,35% verificados no mês anterior.   Segundo a Anatel, a TIM também perdeu presença no mercado de telefonia móvel, saindo de 25,78% em junho para 25,72% em julho. A Claro, terceira colocada, avançou de 24,61%, para 24,67% em julho. A participação da Oi no número de linhas de celular subiu de 12,92%, em junho, para 13,08%.   Veja também:  Anatel proíbe Claro de bloquear aparelhos celulares   Um pequeno decréscimo foi visto na posição de Telemig e Amazônia Celular, empresas que foram recentemente compradas pela Vivo. Juntas, as operadoras regionais marcaram 4,48% em julho, contra 4,53% no mês anterior. A Brasil Telecom GSM mostrou discreta melhora, saindo de 3,53% para 3,54% na mesma base comparativa, e a CTBC Telecom Celular manteve o patamar de 0,32% registrado em junho. A Sercomtel Celular mostrou 0,08% em julho, ante 0,09% registrado um mês antes.   Os dados consolidados da Anatel mostram que a base de linhas móveis no Brasil cresceu 1,74% em julho, comparativamente ao mês anterior, para 108.519.664 celulares. Do total de acessos, 80,28% são pré-pagos e 19,72%, pós-pagos.   Trata-se de uma adição de 1.856.596 milhão de linhas sobre a base de junho e representa a segunda maior de 2007, ficando apenas atrás de maio, com 2.215.299 novos celulares. Quando confrontado com julho de 2006, quando o mercado brasileiro contabilizava 93.046.782 telefones móveis, a alta é de 16,62%.   GSM   Como divulgou a Anatel, a tecnologia GSM continua em expansão e na liderança do mercado, com 75.815.570 acessos, ou 69,86% do total. A tecnologia CDMA tem 23.936.686 acessos (22,06%) e a TDMA, 8.726.211 (8,04%). A tecnologia analógica AMPS ficou com apenas 41.197 acessos (0,04% do total).   A densidade em julho ficou em 57,36 celulares a cada 100 habitantes. Um ano antes, a densidade era 53,24, o que representa um crescimento de 7,74% no intervalo. Em relação a junho, a densidade evoluiu 1,61% (o índice era de 56,45). Nos últimos 12 meses, o crescimento foi de 15,02%. A teledensidade é o indicador utilizado internacionalmente para demonstrar o número de telefones em serviço em cada grupo de 100 habitantes.   A maior penetração de celulares se vê no Distrito Federal (DF), com um índice de 109,76 - ou seja, 1,09 telefone para cada habitante. No Rio de Janeiro, a teledensidade ficou em 72,09 em julho. Em terceiro lugar, o Rio Grande do Sul aparece com 71,55.   Por regiões, a maior teledensidade foi detectada no Centro-Oeste (72,90). A região Sul vem na seqüência, com um índice de 64,92 na densidade regional. Depois, vem a região Sudeste, com 64,05.

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