X-9 retrata dilúvio e o clássico Cantando na Chuva

Última escola a desfilar no Grupo Especial de São Paulo, a X-9 Paulistana entrou no sambódromo com o cronômetro já marcando 6 minutos. Tendo a chuva como tema, a comissão de frente da agremiação tem uma apresentação com tecido. O abre-alas da X-9, com neons azuis, retrata a Arca de Noé e o dilúvio.

EQUIPE AE, Estadão Conteúdo

15 Fevereiro 2015 | 06h57

Liderada por Gracyanne Barbosa, a bateria da X-9 faz homenagem ao clássico do cinema, Cantando na Chuva. O enredo da escola é "Sambando na chuva, num pé d''água ou na garoa. Sou a X-9 numa boa".

Com seus 2.800 componentes, a X-9 evoca Orixás que têm relação com a chuva, como Oxum, dos rios; Xangô, dos trovões; além de São José, santo solicitado para fazer chover no sertão. Orixás ligados à chuva aparecem no segundo setor em alas e na segunda alegoria. Oxum, Iansã, Xangô, Nanã e Oxumaré estão entre as entidades representadas.

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