Zonas obscuras

O mapa-múndi de Agnieszka Kurant está repleto de ilhas imaginárias. Mas nem ali elas existem sempre: aparecem e desaparecem de acordo com a temperatura do ambiente, graças à tinta termossensível com que foram impressas.

O Estado de S.Paulo

22 de fevereiro de 2013 | 02h12

Referências àquilo que é invisível, desconhecido ou misterioso permeiam boa parte das obras da artista polonesa, que apresenta sua primeira mostra individual no Brasil. Seus enigmas podem estar tanto em uma escultura em formato de tapete - que se move misteriosamente pela sala da galeria -, quanto numa peça em formato de ilha que parece levitar no ar. Galeria Fortes Vilaça. R. Fradique Coutinho, 1.500, Pinheiros, 3032-7066. 10h/19h (sáb., 10h/18h; fecha dom. e 2ª). Inauguração: hoje (22).

Grátis. Até 23/3.

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