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Coluna do Estadão

| Por Roseann Kennedy

Roseann Kennedy traz os bastidores da política e da economia, com Eduardo Gayer e Augusto Tenório

Demissão de Neri Geller não atrapalha o Plano Safra, diz assessor do Ministério da Agricultura

Novo comando da secretaria de Política Agrícola não será anunciado até o lançamento do programa, em junho, diz Carlos Augustin

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Foto do author Isadora Duarte

A saída de Neri Geller da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura a duas semanas do lançamento do novo Plano Safra, não vai prejudicar o anúncio das medidas e nem as tratativas em andamento. É o que assegura Carlos Ernesto Augustin, assessor especial do ministro da Agricultura.

O ex-secretário de Políticas Agrícolas Neri Geller Foto: André Dusek/Estadão

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“O Plano Safra está encaminhado entre o Ministério da Agricultura e o Ministério da Fazenda. A proposta da Agricultura já havia sido enviada à Fazenda e está sendo avaliada pelos técnicos da equipe econômica”, disse Augustin ao Broadcast Agro/Coluna do Estadão.

No primeiro momento, o cargo de secretário permanecerá vago, afirmou o assessor do ministro Carlos Fávaro. Neri Geller foi demitido por indícios de conflito de interesse e conexões com intermediários do leilão de importação de arroz do governo federal. “Não há tempo hábil de trabalhar em outras indicações até o lançamento do Plano Safra”, declarou.

O Plano Safra 2024/25 para a agricultura empresarial deve ser anunciado em 26 de junho em cerimônia no Palácio do Planalto com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A principal política pública de crédito para o agronegócio começa em 1º de julho e se estende até 30 de junho de 2025.

Até o anúncio, as tratativas do Plano Safra estarão nas mãos do diretor do Departamento de Política de Financiamento, Wilson Vaz de Araújo, servidor de carreira. “Wilson participa de todas as discussões do Plano Safra desde o início, assim como fez no Plano Safra passado”, comentou Augustin.

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