PUBLICIDADE

EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
Foto do(a) coluna

Bastidores da política e da economia, com Julia Lindner e Gustavo Côrtes

Inflação cadente reduz espaço no teto de gastos em 2023

PUBLICIDADE

O Ministério da Economia deve apresentar, nesta quarta, a proposta de Orçamento de 2023 com uma estimativa de inflação acima do que projetam economistas do setor privado. Com isso, vai dar a entender que há mais espaço para gastar do que permitirá o teto de gastos. Enquanto a pasta projeta inflação de 7,2%, analistas preveem 6,8% e o presidente do BC, Roberto Campos Neto, fala em 6,5%. Quanto menor o índice, menor é a licença para gastar. A incerteza sobre qual será o resultado se deve a uma mudança feita pela equipe de Paulo Guedes, em 2021, para gastar mais. Em vez de usar como métrica a inflação até junho, alterou-se para dezembro. A inflação então estava subindo. Agora, é o oposto: ela está cadente, o que abaixa o teto.

PUBLICIDADE

QUANTO? Se usasse como parâmetro a inflação de junho, o governo teria R$ 10 bi a mais para gastar do que aplicando o número de 6,8% previsto para dezembro, segundo um grande banco.

TREINO. O relator do Orçamento, Marcelo Castro (MDB-PI), já previu que este ponto vai gerar discussão. Não à toa fez uma rodada de conversas com economistas e com Campos Neto nos últimos dias para entender o comportamento da inflação. Ele diz que seguirá os parâmetros da Economia, mas acredita que eles serão atualizados até o fim da tramitação da proposta orçamentária.

Sinais particulares, por Kleber Sales

 

Pronto, falei! Felipe Nunes, diretor da Quaest Pesquisas

Publicidade

"Já tem muita gente decidida. Difícil que haja mudanças bruscas (nas pesquisas) com o debate. Serve mais pra confirmar preferências dos eleitores."

Click, Carlos Bolsonaro, vereador (Republicanos-RJ)

 

O filho 02 do presidente apareceu em foto postada pelo irmão Flávio Bolsonaro (o 01) nas redes com a legenda "GDO (Gabinete do Ódio) tá ON".

 

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.