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Vegas para ver

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Por Redação

Não há baixa temporada em Las Vegas. Quem precisa de uma desculpa para fazer um joguinho, há algo no mês de março. Foi no dia 19, no ano de 1931, que o Estado de Nevada legalizou cassinos abertos ao público. Não é lá grande coisa, mas pode colar. Quer apostar? Falta de dinheiro (mais) e de vontade (menos), nem todo mundo vai para Las Vegas (apenas) para jogar. Mesmo porque a cidade, independentemente da jogatina, é uma das capitais mundiais do entretenimento, com shows e baladas do tipo espetáculo. Ok, muitos dentro de cassinos. De dia vale dar um pulo na Represa Hoover Dam, cuja grandiosidade impressiona. Já andar pela Strip, de arquitetura incrível, se torna praticamente inevitável: é a parte da Las Vegas Boulevard que concentra os maiores e mais luxuosos hotéis, restaurantes e (eles de novo) cassinos. Mas ainda há museus. O Guggenheim (www.guggenheimlasvegas.org), que lá também leva Hermitage no nome - é um projeto conjunto com o museu de São Petersburgo -, tem, além do acervo de ambos, as 37 mais importantes obras de arte do Guggenheim de Nova York - pelo menos até 27 de abril, quando acaba a exposição Modern Masters. O Imperial Palace Auto Collections (www.autocollections.com) é para ver... carros. Entre os cerca de 200 especiais e raros estão a Mercedes de Hitler (1936), o Lincoln de JFK (1962), veículos que pertenceram a Al Capone e a sala na qual o antigo dono do cassino fazia ''''secretas festas de aniversário de Hitler'''', antes de ser multado. Já o Museu Madame Tussauds (www.mtvegas.com) tem de réplicas de mamutes a ícones do esporte (Andre Agassi e Muhammed Ali), da música (Bono e Elton John) e do cinema (Marilyn Monroe e Paul Newman). Espaçoso e interativo, dá para gastar - calma! - horas passeando lá. Strip sem tease The Strip (para os íntimos) - a Las Vegas Strip é uma extensão de quase 7 km da Las Vegas Boulevard - corta a cidade com glamour. Ali ficam muitos hotéis de luxo (e também os mais famosos e extravagantes), restaurantes cinco-estrelas, piscinas imensas e, claro, cassinos, cassinos e mais cassinos (dentre os maiores do mundo). Coração da cidade, é a parte que melhor a define. E também a mais cara. O que não deixa de ser redundância. Sol e água fresca Hoover Dam é uma represa cujos números impressionam: 221 metros de altura, 200 metros de espessura na base e 379 metros de largura no topo. Sem seu reservatório - com 176 quilômetros de comprimento e cerca de 150 metros de profundidade -, grande parte do Sudoeste não existiria. Destinos Caxias, só no nome: Capital Brasileira da Cultura de 2008, Caxias do Sul ganha ares dionisíacos nesta quinta-feira (dia 21) com a abertura da Festa Nacional da Uva (tel.: 0800- 541-1875; www.festanacionaldauva.com). Shows, desfiles de musas, carros alegóricos, exposições, degustações e, claro, toneladas e mais toneladas de uva dão o tom da comemoração, que vai até 9 de março. Arte virtual: Porto Alegre e Rio se conectam e exibem, simultaneamente, trabalhos de arte eletrônica e digital no Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, o FILE 2008 (www.file.org.br). A versão porto-alegrense começa amanhã, no Santander Cultural (tel.: 0--51-3287-5940; Rua 7 de Setembro, 1.028), e a carioca, no dia 27, no Oi Futuro (tel.: 0--21-3131-3060; Rua 2 de Dezembro, 63). Entrada gratuita. Vibe lunar: ir à Chapada dos Veadeiros e não conhecer o Vale da Lua, a 30 quilômetros de Alto Paraíso, é praticamente pecado. O lugar tem esse nome por causa das rochas de tons cinzentos, que lembram a superfície lunar, e foram esculpidas pela água durante 600 milhões de anos. Rivalidade: Praia de Ipanema deserta, sem calçadão e barulho de carro, só a que fica na Ilha do Cardoso, no litoral sul de São Paulo. A homônima da praia carioca, situada na parte leste da ilha, tem enormes formações rochosas e ondas fortes.

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