Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Polarização e redes catalisam incidentes virulentos entre deputados
Foto: Wilton Junior/Estadão
Confusões entre deputados fez uma audiência com o então ministro da Justiça acabar mais cedo. Parlamentares se xingaram, uma deputada constituinte que assistia à sessão foi ameaçada e houve gritaria. Meses depois, Dino faltou a convocações alegando “falta de segurança”
Foto: Reprodução/TV Câmara
Na Comissão de Trabalho, Eduardo Bolsonaro (PL-RJ) partiu para cima de Marcon (PT-RS) após o petista dizer que o ataque a faca contra Jair Bolsonaro tinha sido uma “encenação”. Eduardo ameaçou “enfiar a mão na cara” de Marcon.
Foto: Reprodução/TV Câmara
Enquanto estrangeiros visitavam o plenário da Câmara, deputados provocavam uma confusão a ponto de precisarem ser separados. Gilvan da Federal (PL-ES) partiu para cima de Paulo Guedes (PT-MG) após o petista chamá-lo de “covarde” e dizer para ele “ser homem”.
Foto: Reprodução/TV Câmara
Os deputados André Janones (Avante-MG) e Evair Vieira de Melo (PP-ES) trocaram empurrões em uma audiência com o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida. Houve espaço para palavrões e provocações entre Janones e outros parlamentares bolsonaristas.
Foto: Levy Teles/Estadão
Uma audiência pró-Palestina que ocorria na Câmara terminou em briga. Abilio Brunini (PL-MT) falou que o apoio enviado a Gaza era suporte ao grupo terrorista Hamas, o que causou protesto dos participantes. Um dos convidados chamou Abilio de “bandido”, “assassino” e “nazista”.
Foto: @messiasdonato via X
Washington Quaquá (PT-RJ) deu um tapa na cara de Messias Donato (Republicanos-ES) e o chamou de “viadinho” durante sessão de promulgação da reforma tributária. Quaquá, indignado, foi reclamar de deputados bolsonaristas que cantavam “Lula/ladrão/seu lugar é na prisão”.
Foto: Levy Teles/Estadão
Em sessão da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Éder Mauro (PL-PA) disse que a ex-vereadora do Rio Marielle Franco (PSOL), assassinada em 2018, “acabou”, causando a confusão entre deputados. O tumulto foi tão grande que causou o fim antecipado da reunião.
Foto: @LulaMarques via X
Glauber Braga (PSOL-RJ) expulsou um integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) da Câmara dos Deputados aos chutes. Depois da agressão, o psolista ainda discutiu com deputado Kim Kataguiri (União-SP), cofundador do MBL. O caso acabou no Departamento de Polícia Legislativa.
Foto: Lula Marques/Agência Brasil
André Janones (Avante-MG) chamou bolsonaristas de “boiolas” e convocou Nikolas Ferreira (PL-MG) “para conversar lá fora” após sessão tumultuada no Conselho de Ética. A situação escalou e a Polícia Legislativa Federal foi obrigada a separar os congressistas. Janones foi retirado da sala, mas o parlamentar do PL o seguiu pelos corredores da Câmara.
Foto: Augusto Tenório/Estadão
Poucas horas após o embate entre Nikolas e Janones, a Polícia Legislativa teve que entrar em cena mais uma vez nos corredores da Câmara. O deputado Éder Mauro e um assessor dele empurraram um militante de esquerda que provocou o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores.
Foto: Lula Marques/Agência Brasil
As brigas na Câmara dos Deputados têm, em comum, a polarização entre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, celulares ligados no modo de gravação e a impunidade dos envolvidos. Veja como é a atuação do Conselho de Ética nesses casos.
Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Levy Teles