Mesmo sem trabalhar há um ano, desembargadores de MS ganharam mais de R$ 1 milhão líquido cada
Investigados na Operação Última Ratio, Alexandre Aguiar Bastos, Marcos José de Brito Rodrigues, Sideni Soncini Pimentel e Vladimir Abreu da Silva, todos do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, recebem normalmente suas remunerações e vantagens que equivalem a mais de três vezes o teto do funcionalismo pago aos ministros do STF