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1ª viagem internacional do papa

O papa Francisco chegou ao Rio na segunda-feira, 22, para a sua primeira viagem internacional. Oficialmente, o pontífice viajou ao Brasil para participar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).

No decorrer de uma semana, teve encontros com autoridades religiosas, políticos e representantes da sociedade civil, a quem repetiu pedidos pelo fim das desigualdades sociais e de atenção aos jovens e idosos. Ainda no avião, ele alertou para o risco de se criar uma geração "que nunca trabalhou".

Na quarta-feira, 24, foi a Aparecida, interior de SP, para celebrar missa na Basílica. Na quinta-feira, de volta ao Rio, ele visitou a Favela da Varginha. Em meio a um forte esquema de segurança, mas sem deixar de cumprimentar e abençoar fiéis pelo trajeto, o pontífice fez críticas à estratégia de "pacificação" das favelas no Rio de Janeiro e disse apoiar as manifestações. No mesmo dia, a Prefeitura do Rio e a organização da Jornada anunciaram a transferência dos eventos finais da JMJ para a praia de Copacabana. Em razão das chuvas, o Capus Fidei, no bairro de Guaratiba, virou um lamaçal e ficou inviabilizado.

Os últimos dias da Jornada levaram cerca de 3 milhões de pessoas à orla de Copacabana, número recorde em eventos da cidade, segundo a Prefeitura. A mudança dos eventos complicou o cotidiano dos peregrinos no Rio, em especial no bairro de Copacabana, que precisavam enfrentar longas filas e espera de horas para conseguir entrar nas estações de metrô ou pegar ônibus.

Durante a visita do papa, manifestantes continuaram nas ruas em protestos contra o governador Sérgio Cabral (PMDB), contra gastos da Copa e em apoio aos direitos da mulher. Atos no começo da semana terminaram em confronto. Em resposta, o governador chegou a decretar a criação de uma comissão para investigar crimes ocorridos durante as manifestações. O texto, porém, causou polêmica por dar poder ao Estado de quebrar sigilos telefônico e de internet sem autorização judicial. Diante da reação negativa da proposta, criticada por juristas e especialistas, Cabral recuou e informou que o decreto seria revisado.

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  • 13h28

    28/07/2013

    deletado

  • 12h47

    28/07/2013

    deletado

  • 22h03

    27/07/2013

    Encerrada a celebração da vígilia. O papa já deixou o palco, mas o fiéis devem permanecer na área até a manhã deste domingo.

  • 21h45

    27/07/2013

    Multidão em Copacabana faz orações e aplaude a cerimônia de Adoração do Santíssimo Sacramento. Papa Francisco continua no palco da Jornada Mundial da Juventude.

  • 21h35

    27/07/2013

    Peregrinos estrangeiros continuam a fazer orações no palco da Jornada Mundial da Juventude. Depois de um rapaz alemão, jovem francês lê mensagem ao público de Copacabana. Papa Francisco ainda participa da cerimônia.

  • 21h32

    27/07/2013

    A vigília na praia de Copacabana está deixando um rastro de lixo na Avenida Atlântica e na areia. As embalagens da alimentos distribuídos aos peregrinos no kit vigília estão indo parar no chão, junto com folhetos de santos, sacolas plásticas e restos de alimentos. (Artur Rodrigues)

  • 21h30

    27/07/2013

    Peregrinos estrangeiros fazem orações em outros idiomas durante cerimônia da Jornada Mundial da Juvente.

  • 21h23

    27/07/2013

    Depois da Adoração do Santíssimo Sacramento, que teve participação do papa Francisco, jovens peregrinos farão minutos de silêncio para oração

  • 21h21

    27/07/2013

    Muitos peregrinos que vão passar a noite na praia de Copacabana pegaram os gradis de proteção para reservar seus lugares no asfalto, na calçada e até na areia. As grades impediam que os fiéis ficassem perto demais do pontífice durante o cortejo do papamóvel. Mesmo com as atividades no palco, muitos grupos de peregrinos, cansados após a peregrinação de 9,5 km mais cedo e um dia inteiro na praia, já estão em seus sacos de dormir, colchonetes e colchões infláveis. Alguns montaram seus dormitórios improvisados no calçadão da praia, o que impede a passagem de outros fiéis. (Tiago Rogero)

  • 21h19

    27/07/2013

    Pelo menos 30 carros ficaram presos na Avenida Nossa Senhora de Copacabana. Morador do bairro, o engenheiro  Raimundo Pimentel, de 54 anos, não conseguiu chegar em casa. "É muita desorganização. Faz uma hora que estou aqui e ainda devo ficar mais uma", disse. (Artur Rodrigues)

  • 21h17

    27/07/2013

    Papa Francisco retorna ao palco da Jornada para a Adoração do Santíssimo Sacramento

    Marcos de Paula/AE

  • 21h16

    27/07/2013

    O papa Francisco fez um discurso repleto de expressões informais, referências ao futebol e às manifestações populares, não só no Brasil, mas em vários países. O pontífice pediu que os jovens não se submetam a modismos, sejam autênticos e que "suem a camisa" na vivência da religião. Em um dos vários momentos de improsivo, pediu aos peregrinos que "joguem sempre no ataque" e que "saiam às ruas como fez Jesus". "Não sejam covardes", disse, clamando que os jovens sejam os protagonistas das mudanças sociais e políticas no mundo. 

  • 21h10

    27/07/2013

    Não adiantou o prefeito do Rio, Eduardo Paes, afirmar que barracas seriam proibidas durante a vigília de Copacabana. Praticamente todo o calçadão da orla e o passeio junto aos prédios está tomado por lonas, tendas e sacos de dormir. Apenas uma pequena faixa próxima à entrada dos prédios continua livre para a passagem de pedestres. Guardas municipais e PMs assistem aos grupos montando as barracas sem parecer se importar.


    Apesar da confusão, essa cena inédita em Copacabana tem o apoio de moradores do bairro. "Eles são jovens, vieram para ver o papa e rezar. É muito bonito ver tudo isso lotado. E é apenas uma noite, não causa muito problema", diz a aposentada Neide Faria, de 63 anos, que mora a um quarteirão da praia. (Rodrigo Burgarelli)

  • 21h07

    27/07/2013

    Após mensagem aos peregrinos, papa Francisco deixou o palco, mas ainda não saiu da região do palco da Jornada Mundial da Juventude, na Praia de Copacabana.

  • 21h03

    27/07/2013

    Cada pequeno espaço de Copacabana é disputado pelos peregrinos que vão passar a noite em vigília. Além da areia da praia, o asfalto e a calçada da Avenida Atlântica e Avenida Princesa Isabel estão tomados por sacos de dormir. O grande número de pessoas dificulta o trânsito dos pedestres. (Artur Rodrigues)

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