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O futuro da astronomia brasileira no Deserto do Atacama

Diz a lenda que o futuro está escrito nas estrelas. Se isso é verdade, não há lugar melhor para contemplar o futuro da astronomia brasileira do que o Deserto do Atacama. Pois é lá, no topo árido das montanhas cor de ocre do norte do Chile, que uma nova geração de telescópios supergigantes e supertecnológicos está para nascer nos próximos 10 a 15 anos, com a promessa de revolucionar a astronomia para toda a eternidade

26 Junho 2016 | 14h29

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