Veja o que o Copom diz sobre o projeto de arcabouço fiscal de Lula

Em ata, diretores se posicionam sobre como o arcabouço afetou a economia brasileira

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Por Thaís Barcellos e Antonio Temóteo, Estadão Conteúdo
Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você

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Fachada do Banco Central. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil 

Os diretores do Banco Central (BC) avaliaram na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que a apresentação do novo arcabouço fiscal reduziu a incerteza associada a cenários extremos de crescimento da dívida pública.

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"O Comitê seguirá acompanhando a tramitação e a implementação do arcabouço fiscal apresentado pelo Governo e em apreciação no Congresso. O Copom novamente enfatizou que não há relação mecânica entre a convergência de inflação e a aprovação do arcabouço fiscal, uma vez que a trajetória de inflação segue condicional à reação das expectativas de inflação e das condições financeiras", informou o BC, na ata do Copom.

Segundo os diretores do BC, um cenário com um arcabouço fiscal sólido e crível pode levar a um processo desinflacionário mais benigno através de seu efeito no canal de expectativas.

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