A fachada esconde uma história revelada por tijolos e pela pesquisa de uma historiadora: o prédio de 1919 é assinado por Ramos de Azevedo.
Um dos lugares mais bonitos do edifício, o salão encanta com vitrais coloridos, pé-direito duplo e paredes com tijolos aparentes.
Vitrais geométricos em tons pastel iluminam a escadaria do edifício, que também conta com um impressionante corrimão de madeira com curvas ousadas.
O prédio está entre os primeiros de São Paulo a usar concreto armado. Essa tecnologia, então de vanguarda, sustenta o edifício até hoje.
O plano é transformar o local em um ecossistema da arte, com gastronomia, exposições e oficinas, mantendo a aparência de 'ruínas'.









