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O Conselho de Paz criado pelo presidente americano, Donald Trump, para a Faixa de Gaza, anunciado na sexta-feira, 16, contará com assentos permanentes pelo qual o país-membro que aderir terá de pagar US$ 1 bilhão.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi convidado para participar do grupo, mas segundo aliados, estudará o cenário geopolítico antes de tomar uma decisão. Ao Estadão, integrante do governo brasileiro confirmou que a cobrança dos US$ 1 bilhão “é parte constitutiva” do Conselho de Paz.
“Cada Estado-Membro terá um mandato não superior a três anos a partir da entrada em vigor da presente Carta, sujeito a renovação pelo Presidente”, afirma uma minuta da Carta do Conselho de Paz, supostamente vista pela Bloomberg, que revelou o caso neste sábado, 17.

“O mandato de três anos não se aplicará aos Estados-Membros que contribuírem com mais de US$ 1.000.000.000 em fundos em dinheiro para o Conselho de Paz no primeiro ano após a entrada em vigor da Carta.”
De acordo com a reportagem da Bloomberg, a carta constitutiva descreve o Conselho da Paz como “uma organização internacional que busca promover a estabilidade, restaurar uma governança confiável e legítima e garantir uma paz duradoura em áreas afetadas ou ameaçadas por conflitos”, que só se tornaria oficial depois que três “Estados-membros” concordassem com a proposta.
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Funcionários da Casa Branca não responderam imediatamente ao pedido de comentário da Bloomberg.
Segundo diplomatas europeus, a ideia de Trump é construir uma organização que lidará não apenas com Gaza mas com outros conflitos.



