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Roseann Kennedy traz os bastidores da política e da economia. Com Eduardo Barretto e Leticia Fernandes

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Eduardo Bolsonaro diz que bancos podem sofrer ‘multa violenta’ por manter contas de Moraes

Ministro do STF foi sancionado pelos EUA com a Lei Magnitsky, que prevê bloqueio de contas bancárias, mas avaliação inicial no setor financeiro foi de que apenas as operações em dólar estariam proibidas para Moraes

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Foto do autor Iander Porcella
Atualização:

O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que esteve em Washington nesta semana para uma rodada de conversas com integrantes do governo Trump, sugeriu que os bancos brasileiros que mantêm contas do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), estão “sob sério risco” e podem sofrer uma “multa violenta”.

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O magistrado foi sancionado pelos Estados Unidos com a Lei Magnitsky, que prevê bloqueio de contas bancárias. A avaliação inicial no setor financeiro foi de que apenas as operações em dólar estariam proibidas para Moraes, que poderia manter contas em real. No enanto, o alcance da legislação é alvo de debate.

“Os bancos que mantêm contas de Moraes estão sob sério risco. Pode vir uma notificação, pode vir uma multa violenta. Há uma FORTÍSSIMA possibilidade da temperatura aumentar ainda mais para certas autoridades brasileiras”, escreveu Eduardo nas redes sociais nesta quinta-feira, 14.

Eduardo também tem dito que outros ministros do STF podem ser sancionados, assim como os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). O deputado resiste em pautar o projeto da anistia aos condenados do 8/1 e o senador não colocará em votação o impeachment de Moraes.

Nesta quinta-feira, 14, o presidente americano, Donald Trump, voltou a criticar o Brasil e a defender o ex-presidente Jair Bolsonaro, que aguarda o julgamento da trama golpista e cumpre prisão domiciliar por ordem de Moraes.

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Desde que classificou o processo contra Bolsonaro de “caça às bruxas”, Trump anunciou um tarifaço contra as exportações brasileiras para os EUA e aplicou a Lei Magnitsky, usada geralmente contra ditadores e violadores de direitos humanos, contra Moraes. Também revogou vistos de ministros do STF e de autoridades ligadas ao programa Mais Médicos, que trouxe profissionais cubanos para trabalhar no Brasil.

Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo Foto: Reprodução/X

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