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Roseann Kennedy traz os bastidores da política e da economia. Com Eduardo Barretto e Leticia Fernandes

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Ratinho Júnior aposta em arma não letal para entrar no debate nacional da segurança, de olho em 2026

Paraná anuncia nesta sexta-feira, 23, que será o 1º estado onde as polícias Civil, Militar e Penal usarão o Taser 10

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Foto do autor Roseann Kennedy
Atualização:

Ciente de que segurança pública será o grande tema da disputa eleitoral de 2026, o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), decidiu fazer barulho com as ações do governo no setor. Nesta sexta-feira, 23, por exemplo, fará cerimônia para mostrar que o Paraná será o 1º estado onde as polícias Civil, Militar e Penal usarão o Taser 10.

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As 1400 armas não letais chegaram esta semana ao Paraná. Custaram R$ 25 milhões, incluindo kit com trajes, coldre e bases de carregamento. Os recursos são do Tesouro do Estado, do Fundo Estadual de Segurança Pública e do Fundo Nacional de Segurança Pública. O governo local quer adquirir mais 600.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também usa o equipamento não letal, considerado o mais moderno da categoria.

Ratinho Júnior, governador do Paraná Foto: Roberto Dziura Jr/Governo do Paraná

Movimentação rumo à disputa ao Planalto

O evento no Paraná acontece na mesma semana em que Ratinho Júnior e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), intensificaram a agenda e as declarações públicas, numa espécie de pingue-pongue sobre suas intenções eleitorais.

Recém-chegado ao PSD, o gaúcho reafirmou em mais de uma ocasião que é pré-candidato à Presidência da República. O paranaense, por sua vez, ressaltou que fica honrado em ser cotado e sinalizou intenção em concorrer.

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O presidente do partido, Gilberto Kassab, porém, tem sido taxativo quando é perguntado sobre a disputa interna: “Não haverá duelo”.

Há dois anos, Kassab vem anunciando Ratinho Júnior como nome preferencial do PSD para a corrida presidencial. Mas a negociação para filiar Eduardo Leite, ex-tucano, também envolveu deixar esse quadro aberto por enquanto. Até porque, se o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), decidir pelo Planalto em vez de buscar a reeleição no Estado, seu nome será o primeiro da lista.

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