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Enel investe R$ 18 bilhões com foco em aprimorar o serviço aos clientes

Cerca de 80% desse valor será destinado, até 2026, à distribuição de energia nos Estados em que a companhia atua no País – São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará

Por Enel e Estadão Blue Studio
Atualização:
4 min de leitura

A Enel tem um plano robusto de investimentos para enfrentar os grandes desafios do setor elétrico brasileiro, especialmente aqueles relacionados ao agravamento das mudanças climáticas. Até 2026, a empresa aplicará R$ 18 bilhões no País, sendo que 80% desse montante será destinado à distribuição de energia.

Trata-se de um plano estruturado de aportes, desenhado para fortalecer e modernizar a estrutura de rede – que precisa estar preparada para minimizar os impactos dos eventos naturais extremos –, para a digitalização do sistema, a intensificação de ações de manutenção preventiva e a ampliação da capacidade dos canais de comunicação com os clientes. Outra ação prevista é o reforço do quadro de pessoal nos próximos anos, incluindo as equipes nas ruas, estratégia de antecipação às possíveis contingências.

Antonio Scala, presidente da Enel Brasil, ressalta que os investimentos planejados reforçam os vínculos da companhia com o Brasil e o compromisso de contribuir para o desenvolvimento do País. “Sabemos dos desafios que enfrentaremos nos próximos anos, com a intensificação de eventos climáticos extremos no mundo todo. Estamos diante de um cenário novo para diferentes atividades econômicas, para os governos e para a sociedade.”

Canteiro de obras

A Enel é o segundo maior grupo de distribuição de energia do País em número de clientes – cerca de 15 milhões, abrangendo uma população estimada em 33 milhões de pessoas. A companhia distribui energia para 274 municípios brasileiros, sendo 24 em São Paulo, 66 no Rio de Janeiro e 184 no Ceará.

O Estado de São Paulo – onde a área de concessão da Enel engloba a capital e outros 23 municípios – terá investimentos de R$ 6,2 bilhões até 2026. Estão previstas a modernização de dez subestações e a construção de mais 20 km de linhas de alta tensão, além de três novos pontos de rede básica, que fazem a conexão da distribuidora com a rede de transmissão, o que permitirá aumentar a capacidade da rede. Outra meta é realizar cerca de 600 mil podas preventivas de árvores por ano, o dobro do realizado em 2023.

Enel investe R$ 18 bilhões com foco na melhoria da prestação de serviços no País Foto: Divulgação/

Com os novos investimentos, os aportes da companhia no Estado serão elevados da média de R$ 1,4 bilhão (considerando-se o período desde a aquisição da Eletropaulo, em 2018) para R$ 2 bilhões. O patamar de R$ 1,4 bilhão já representava quase o dobro do praticado pelo controlador anterior, R$ 800 milhões. Como resultado dessa ampliação dos investimentos, a duração e a frequência médias das interrupções registraram redução de quase 50% desde 2017, estando melhores do que as metas estabelecidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

No Rio, mais de R$ 5,9 bilhões foram investidos pela Enel entre 2018 e 2023, resultando em redução de 36% na duração média das interrupções (índice chamado de DEC) e de 49% na frequência média de interrupções (FEC). Nove subestações estão passando por melhorias no Estado, ao mesmo tempo que estão sendo construídos 89 km de linhas de alta tensão e três novos pontos de conexão de rede básica.

Já no Ceará, cerca de R$ 6,7 bilhões foram investidos nos últimos seis anos. Entre 2020 e 2023, a DEC melhorou mais de 40%, enquanto a FEC caiu 38%. Até 2026, o Estado vai ganhar quatro novas subestações e outras três serão ampliadas e modernizadas. Os investimentos envolvem também a construção de 176 km de linhas de alta tensão e de três novos pontos de conexão de rede básica.

Os investimentos sociais da Enel nos três Estados brasileiros em que a companhia atua chegaram a R$ 1,2 bilhão nos últimos seis anos, com média de 403 projetos contemplados por ano. Mais de 12 milhões de pessoas foram diretamente beneficiadas por esses projetos, que têm como objetivo impulsionar o desenvolvimento socioeconômico local, engajar lideranças locais, educar crianças e jovens para o uso seguro da energia e apoiar iniciativas que contribuam para o meio ambiente e o bem-estar das comunidades.

Energia renovável

Os planos da companhia contemplam, também, fortes investimentos na geração de energia renovável. A Enel já é um dos maiores players em geração solar e líder em capacidade instalada na geração eólica no Brasil – opera o maior parque da modalidade na América do Sul, o complexo Lagoa dos Ventos, no Piauí. No Brasil, o Grupo possui capacidade total instalada renovável de cerca de 6 GW, dos quais mais de 3,3 GW é de fonte eólica, mais de 1,4 GW são de fonte solar e cerca de 1,3 GW, de hidro.

No início de abril, por meio da Enel Green Power Brasil (EGP), braço de geração renovável do Grupo no País, a empresa anunciou o início da operação comercial do Complexo Eólico Aroeira (348 MW), localizado nos municípios de Umburanas, Morro do Chapéu e Ourolândia, na Bahia. O parque envolveu um investimento de cerca de R$ 2,1 bilhões.

Durante o evento de inauguração do parque, a Enel também anunciou um novo projeto, o parque eólico Pedra Pintada, localizado na mesma região do interior baiano e que está em fase final de construção, com investimentos da ordem de R$ 1,8 bilhão. Ao todo, a EGP gerou 6 mil empregos na construção dos dois empreendimentos, dos quais mais de 2 mil foram ocupados por trabalhadores da região.

“Vamos seguir trabalhando para que o País se destaque na economia global da transição energética. Queremos contribuir cada vez mais para ampliar o acesso dos brasileiros a uma energia segura, acessível e sustentável”, afirma Scala.

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