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Como se destacar na busca pelo emprego dos sonhos. Soft skills, marca empregadora, redes sociais: CEO do Infojobs analisa transformações no mercado de trabalho

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Por Infojobs
3 min de leitura
Divulgação 

Plataforma especializada em conectar talentos e empresas, o Infojobs está com mais de 400 mil postos de trabalho em aberto, anunciados por 35 mil empresas. “São oportunidades que envolvem os mais diversos setores, níveis hierárquicos e regiões do País”, ressalta a CEO, Ana Paula Prado, no podcast “Como se destacar no mercado de trabalho”, apresentado pela jornalista Bárbara Guerra.

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Mais de 45 milhões de profissionais já se cadastraram gratuitamente na plataforma, interessados em acompanhar a oferta de vagas e uma série de outras informações disponíveis, como as avaliações das empresas feitas por quem trabalha ou já trabalhou nelas. “Nossa missão é usar a tecnologia para proporcionar os melhores encontros”, diz Ana Paula.

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Ao longo da conversa, a CEO do Infojobs dá orientações práticas sobre como potencializar o perfil profissional e se tornar mais atraente para as empresas. Ela enfatiza que uma das questões mais relevantes dos últimos tempos é a valorização das chamadas soft skills, as características de comportamento. “Hoje, 93% dos recrutadores consideram mais importante que a pessoa tenha um bom perfil socioemocional do que 100% de domínio sobre as habilidades técnicas esperadas para o cargo.”

Fortalezas e fraquezas

E como um profissional pode desenvolver suas soft skills? Em primeiro lugar, observa Ana Paula, é fundamental autoconhecimento. “Para isso, há muitos exercícios e testes gratuitos disponíveis na internet. Outra boa estratégia é pedir a opinião de chefes e colegas de trabalho, tanto do presente quanto do passado, que poderão destacar pontos fortes e ajudar a identificar oportunidades de melhoria.” 

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O passo seguinte é fazer um cruzamento das fortalezas e fraquezas pessoais com as soft skills mais citadas nos anúncios de vagas da área de atuação desejada. As características que o candidato ou a candidata já considera possuir devem ser valorizadas na construção do perfil e durante as entrevistas.

Em contrapartida, é muito importante identificar as habilidades em que é preciso evoluir. Essa deve ser a prioridade do processo de desenvolvimento pessoal, que pode incluir leituras e cursos rápidos e gratuitos. O próprio Infojobs disponibiliza, em suas redes, conteúdos que podem ajudar nessa missão.

Conversa de mão dupla

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As empresas costumam avaliar as soft skills dos candidatos ao longo das diversas fases do processo seletivo. Muitas vezes isso ocorre por meio de perguntas situacionais – ou seja, os recrutadores querem saber como a pessoa se portou diante de um determinado contexto.

Ana Paula lembra que entrevistas de emprego, sejam presenciais ou por vídeo, são basicamente conversas para que ambas as partes se conheçam melhor. Assim, perguntas e pedidos de esclarecimento podem vir de ambos os lados, e não apenas do recrutador. “O mais importante é que haja coerência entre discurso e prática, tanto da parte do profissional quanto da empresa”, ela aponta.

Eventualmente consultadas pelos recrutadores como uma fonte adicional de informação, as redes sociais podem contribuir para essa avaliação. “Ninguém é obrigado a compartilhar seus perfis pessoais, mas uma presença interessante e coerente nas redes certamente pode contar a favor. Afinal, como diz aquela máxima, ‘quem não é visto não é lembrado’”, diz a executiva.

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Marca empregadora

Criado há 18 anos, o Infojobs adotou recentemente um novo slogan: “Agora quem escolhe o emprego é você”. “É uma frase que sintetiza as transformações pelas quais o mundo corporativo está passando, no Brasil e no mundo”, observa Ana Paula.

Hoje, da mesma forma que o profissional precisa conquistar a empresa, o inverso também ocorre: a empresa deve convencer os candidatos de que é um local interessante, ético e saudável para se trabalhar. Trata-se do conceito de “marca empregadora”, que nada mais é do que a reputação construída pela empresa na relação com seus colaboradores.

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Diante da forte disputa por talentos, cada vez mais os profissionais preparados têm a possibilidade de escolher onde querem trabalhar. “Salário e benefícios já não definem, como ocorria antes, a escolha por uma empresa. Há cada vez mais a busca por afinidade com o ambiente, o propósito e a cultura organizacional”, ressalta a CEO do Infojobs.