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Novos MBAs da FGV têm foco em ESG e Transformação Digital

Alunas e alunos dos novos cursos desenvolvem habilidades para garantir a liderança de suas empresas no mundo em transformação

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Por FGV e Estadão Blue Studio
5 min de leitura

Mudanças climáticas, transformações sociais, interação tecnológica crescente nas tarefas mais simples do dia a dia. O mundo se altera em velocidade acelerada. Para liderar e direcionar essas transformações, os negócios demandam profissionais com novas habilidades e competências. As empresas já perceberam essa necessidade e buscam gestores e diretores capazes de inovar na concepção e implementação de projetos com novos parâmetros de governança ambiental, social e corporativa. É o ESG, da sigla em inglês de Environmental, Social and Governance.

Divulgação FGV Foto: ra2studio

“Muita gente me pergunta se o ESG não é um daqueles modismos que aparecem e desaparecem de tempos em tempos”, conta Fabrício Stocker, coordenador do MBA em ESG da Fundação Getulio Vargas. “As mudanças ambientais, sociais e tecnológicas que vemos no mundo não são passageiras; são definitivas. Então, o ESG é uma realidade que veio para ficar.”

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O MBA em ESG que Stocker coordena acabou de ser criado pela FGV justamente para atender à alta procura de profissionais por um MBA focado nessas habilidades e competências. “Nós já tínhamos o ESG como uma disciplina transversal, ministrada em vários outros cursos nossos de MBA”, explica Stocker. “Mas a procura é tão grande que decidimos formatar um currículo específico para o ESG. Foi uma decisão acertada. Já temos oito turmas para iniciar em março de 2024 em unidades da FGV pelo Brasil.”

Assim como os demais cursos da FGV, o MBA em ESG será oferecido em diferentes modalidades, dependendo do local do país onde se encontra o aluno. “Temos aulas presenciais em algumas capitais, o formato semipresencial em outras, que é chamado de blended, e ainda o formato live, com aulas e atividades 100% síncronas, ao vivo, para estudantes que estão em diferentes lugares do Brasil e do mundo”, esclarece Stocker.

Em todos os formatos, alunos e alunas, professores e professoras trocam experiências, aplicando conhecimentos teóricos a situações práticas para lidar com projetos reais. “Um dos grandes benefícios dos MBAs da FGV para estudantes e professores está nessa troca”, explica Stocker. “Por conta de sua excelência na educação, a FGV atrai os melhores professores, que atuam não só em grandes empresas, mas em importantes iniciativas públicas e privadas, bem como reúne alunas e alunos que já são gestores e agentes de transformação nas corporações. Todos se encontram na FGV e ali formam um novo networking que enriquece a atuação profissional de todos.”

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Tecnologia

Além do ESG, outra necessidade em alta no mercado de trabalho envolve a aplicação das inovações tecnológicas. Cada vez mais presente no dia a dia, a tecnologia deixou de ser ferramenta auxiliar para fazer parte do coração dos negócios. “Todos nós geramos dados em abundância todos os dias”, explica Rodrigo Togneri, coordenador do MBA em Transformação Digital da FGV. “Qualquer empresa que queira prosperar nesse novo cenário precisa ser capaz de analisar e processar esses dados.”

Os primeiros cursos de MBA em Tecnologia começaram a ser formados pela FGV em 2015. Inicialmente, atraíam principalmente profissionais formados em carreiras tecnológicas. “Os cursos de MBA em Cibersegurança e de MBA em Business Analytics e Big Data já formaram várias turmas, sempre mais voltados para a aplicação da tecnologia em setores específicos”, lembra Togneri.

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Ao longo do tempo, porém, o perfil dos estudantes começou a mudar. Gestores de empresas que não tinham formação inicial em carreiras tecnológicas passaram a procurar os MBAs com ênfase em tecnologia. “Essa mudança nos fez perceber que havia uma nova demanda na área”, explica o coordenador. “O MBA em Transformação Digital foi concebido para ampliar o foco para as interações entre tecnologia e negócio.”

Togneri explica que o objetivo é desenvolver em alunas e alunos a habilidade de enxergar antecipadamente as transformações que a tecnologia vai causar nos setores em que atuam. “Dessa forma, esses profissionais podem preparar as empresas para crescer com as oportunidades abertas por essas transformações”, explica o coordenador. “Sem essa visão de futuro, uma empresa pode ser surpreendida pelas mudanças e até deixar de existir. É o clássico exemplo dos fabricantes de filmes fotográficos, que perderam mercado com o surgimento das câmeras digitais.”

Outros cursos

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Além das especializações em ESG e Tecnologia, a FGV conta com um vasto portfólio de MBAs em áreas como Direito, Administração, Economia e Finanças, Estratégia e Negócios, Marketing, entre outras. Existem, inclusive, cursos em setores específicos, como Saneamento, Negócios do Setor Elétrico, Gestão em Saúde, Gestão em Agronegócio e Gestão de Incorporações e Construções Imobiliárias. Leia mais na entrevista e confira a lista completa de cursos na página ao lado. E, para mais informações, acesse: educacao-executiva.fgv.br

Soft skills determinam sucesso profissional

Lucia Oliveira, coordenadora de Liderança e Inovação da FGV, diz que habilidades comportamentais estão entre as mais valorizadas pelo mercado

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A rápida transformação do mundo do trabalho traz novos desafios para todos. Segundo o relatório “Futuro do Trabalho”, lançado em 2023 pelo Fórum Econômico Mundial, 69 milhões de empregos serão criados pelas novas tecnologias e pela transição verde nos próximos cinco anos. Em outras palavras, nenhum profissional pode parar de aprender. “Nesse cenário, as habilidades comportamentais tornam-se cada vez mais importantes”, alerta a economista Lucia Oliveira, 55 anos, coordenadora do MBA em Liderança e Inovação da Fundação Getulio Vargas. Para a pesquisadora, o conhecimento técnico jamais perderá importância. O sucesso de um profissional, porém, será avaliado também por suas competências comportamentais. Na entrevista a seguir, Oliveira explica como os cursos de MBA estão se transformando para acompanhar as mudanças no mundo do trabalho.

Os cursos de MBA passam por transformações para acompanhar as mudanças no mundo do trabalho?

Na origem, os MBAs ofereciam formação em administração. Está no próprio nome em inglês, Business Administration. O aluno/a aluna estudava finanças, marketing, logística, operações, administração de pessoas, um pouquinho de cada coisa. Ao longo dos anos, isso mudou. Recentemente, os MBAs estão mais segmentados para atender profissionais que buscam formação em áreas específicas.

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Em que esses novos cursos se diferenciam do MBA tradicional?

Eles oferecem formação aprofundada em áreas específicas do conhecimento. Algumas disciplinas básicas do MBA tradicional são mantidas, mas a imersão da aluna/do aluno é maior na área escolhida.

Existem muitos cursos em áreas específicas?

Hoje existem MBAs focados em setores como construção civil, energia, agronegócio, saúde… Eles discutem temas gerais da administração, mas voltados para a especificidade desses setores de negócios.

Que novas habilidades e competências são exigidas dos gestores hoje?

As habilidades comportamentais formam um campo importante de desenvolvimento para os gestores. Segundo o relatório “Futuro do Trabalho”, do Fórum Econômico Mundial, das dez habilidades mais valorizadas hoje no mercado, seis estão no campo comportamental. O conhecimento técnico continua sendo importante, mas o sucesso de um profissional envolve, também, o desenvolvimento dessas habilidades.

É possível antecipar novas demandas por formação em MBA para futuros gestores?

A FGV tem um projeto experimental em São Paulo que permite a customização do MBA. Um consultor orienta na montagem da grade para garantir que ela atenda à carga horária exigida pelo MEC, a partir das necessidades da aluna/do aluno. Ainda é um piloto, mas pode ser uma tendência. Em termos de evolução, partimos de um MBA igual para todos, chegamos aos MBAs por área de atuação ou por área de conhecimento, talvez o próximo passo seja o aluno/a aluna escolher o que vai estudar.