Melania Trump diz que conseguiu cessar-fogo em cidade ucraniana

Anúncio ocorre após a Rússia afirmar que retomará as negociações diretas com a Ucrânia novembro, em Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos. Os EUA serão mediadores

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Por Redação
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O que a guerra na Ucrânia e a guerra no Irã têm em comum?

Ataque de Kiev a um navio iraniano no mar Cáspio expõe uma rede densa de inteligência militar circulando entre os dois conflitos.

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A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, disse nesta sexta-feira, 23, que conseguiu um cessar-fogo entre a Rússia e a Ucrânia na cidade ucraniana de Oleshky, a partir de 29 de outubro.

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“Oleshky é uma cidade na linha de frente, à beira do desastre (...) Está claro que, sem a minha intervenção, teria sido impossível levar ajuda humanitária à cidade”, situada perto do rio Dnieper, declarou Melania Trump em comunicado.

O anúncio ocorre após a Rússia afirmar que retomará as negociações diretas com a Ucrânia novembro, em Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos. Os EUA serão mediadores.

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A possibilidade de retomada do diálogo ganhou força após uma reunião na quarta-feira entre o presidente russo, Vladimir Putin, e Steve Witkoff, enviado especial do presidente americano Donald Trump. As negociações estavam paralisadas desde o início do ano. O presidente ucraniano, Volodmir Zelenski, também manifestou apoio à iniciativa.

Melania Trump diz que conseguiu cessar-fogo em cidade ucraniana. Foto: Jacquelyn Martin/AP

As conversas integram uma nova rodada de esforços diplomáticos conduzidos por Washington. Na terça-feira, representantes americanos se reuniram em Oslo com Zelenski e líderes europeus para discutir os próximos passos em busca de um acordo.

Moscou sugeriu o dia 10 de novembro para a retomada do diálogo, enquanto Kiev defendeu que as negociações fossem reiniciadas o mais rápido possível.

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Na noite de quinta-feira, Putin afirmou que o objetivo das conversas deve ser alcançar um “acordo definitivo”, e não apenas uma “breve pausa nos combates”, como defendem Kiev e seus aliados.

Enquanto as iniciativas diplomáticas avançam, Rússia e Ucrânia continuam trocando ataques. /AFP

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