PUBLICIDADE

Bebida

Três perguntas para Theo Giesen, produtor de vinhos na Nova Zelândia

Especialista em Sauvignon Blanc considera um trunfo a liberdade que há no Novo Mundo para experimentar e criar novos estilos da bebida

Theo Giesen, produtor de Sauvignon Blanc da Nova Zelândia. Foto: Stephen GoodenoughFoto: Stephen Goodenough

Produtor de Sauvignon Blanc na Nova Zelândia, ele vem ao Brasil na próxima semana para celebrar o dia da variedade. Seus vinhos são importados pela rede de supermercados Oba. Aos fãs desta uva branca, vale ficarem espertos sobre promoções em lojas e restaurantes.

Theo Giesen, produtor de Sauvignon Blanc da Nova Zelândia Foto: Stephen Goodenough

Quão difícil é promover a Sauvignon Blanc no Brasil, um país que parece preferir tintos? No Brasil, nosso desafio é o que já enfrentamos ao redor do mundo, estabelecer um caminho forte para o mercado, bons parceiros. Quando os consumidores provam a Sauvignon Blanc, ela fala por si.

Como deve ser um bom vinho Sauvignon Blanc? Não há certo e errado. O que meus irmãos (Alex e Marcel Giesen, cofundadores e co-proprietários da Giesen) e eu gostamos é de um vinho que mostra sua origem e seu clima. Em Marlborough isso significa zing, acidez e frescor.

Qual é o maior presente que a Nova Zelândia deu à variedade?  A Nova Zelândia é um país relativamente jovem na produção de vinho; não estamos vinculados à tradição que governa outros países vinícolas. Isso significa que temos liberdade para experimentar e criar novos estilos. Para Giesen, isso nos levou a ter uma ampla oferta de estilos em Marlborough, que inclui um Sauvignon Blanc menos alcoólico, um orgânico, um single vineyard para mostrar terroir e clima da região, e nosso icônico August Sauvignon Blanc, que utiliza leveduras nativas e é amadurecido em barricas.

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE