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Em expansão e de olho na modernização, OHCA lança o Tinto 22

Vinho é vegano e foi elaborado com matéria prima de altíssima qualidade

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Por Vinho 22
Atualização:

Fundada em 2017 a partir do sonho de quatro amigos – Marcelo de Paula, Rodrigo França, Guilherme Melo e Renato Saghi –, a OHCA estreou no mercado de bebidas com a sua marca Jós. Em 2020 a OHCA decidiu expandir seus horizontes e fez a sua primeira investida no mercado de vinhos, dominado principalmente por produtos importados, mas com uma fatia crescente de participação nacional. E assim surgiu o Vinho 22, uma marca que celebra a Semana de Arte Moderna de 1922, cujo objetivo foi quebrar a formalidade e os padrões artísticos da época, que não dialogavam com a realidade brasileira. “Quebrar a formalidade, os padrões estéticos e de linguagem, aproximar o público iniciante – foi justamente o que fizeram em 1922 e o que faremos no mercado de vinhos, um segmento vasto e complexo, marcado frequentemente por códigos rebuscados e elitistas que dificultam a aderência do consumidor que busca facilidade. Buscamos o oposto: simplificar o consumo e tornar o vinho mais acessível”, diz Marcelo de Paula, CEO da OHCA. “Vinho não é só para ocasiões especiais, e sim para ser apreciado prazerosamente no dia a dia”, completou ele. A linha Vinho 22 é composta por oito produtos: Um Chardonnay e um Pinot Noir Rosé, três rótulos que homenageiam a artista plástica Tarsila do Amaral (Chardonnay, Pinot Noir Rosé e Merlot), dois vinhos em lata (Chardonnay e Pinot Noir Rosé) e um espumante de edição limitada elaborado com as variedades Chardonnay, Pinot Noir e Riesling Itálico. Os rótulos têm aspecto jovial, colorido e vibrante, distantes da tradicional sobriedade. E é nesse contexto que chega o aguardado Tinto22. O objetivo foi obter um produto de qualidade, valor agregado e, não menos importante, preço vantajoso para o consumidor final. A alquimia de elaborar o vinho desejado ficou a cargo da renomada vinícola rio-grandense Lídio Carraro, sediada no epicentro da mais importante região vitivinícola brasileira, Bento Gonçalves. Para elaborá-lo, foram utilizadas uvas do ano de 2020, considerado unanimemente pelos produtores gaúchos como a safra do século, ou “a safra das safras”. Com uma matéria-prima de altíssima qualidade, o pulo do gato foi definir o corte (ou blend), nome técnico que se dá aos vinhos produzidos com mais de uma variedade de uva. A clássica Merlot, uva de caráter frutado e aroma delicado, predominou com 80% na elaboração da bebida. O corte recebeu ainda 15% de Tannat e 5% de Cabernet Sauvignon. A Tannat, uva tinta francesa famosa por sua robustez de taninos e intensidade de cor, acrescentou ao vinho estrutura e potência. E a também francesa Cabernet Sauvignon ressaltou os aromas e sabores de frutas vermelhas e especiarias. Além disso, o vinho é também vegano – em sua elaboração não foi utilizado nenhum insumo de origem animal, como eventualmente se usa na indústria do vinho, como claras de ovos para a etapa de clarificação da bebida. O resultado? Um vinho jovem e despretensioso, de aspecto límpido, para apreciar descontraidamente, versátil e adequado às mais diversas situações de consumo.

O exclusivo Tinto 22 teve uma produção limitada a 4 mil garrafas. Foto: Gabrielly Caneschi - Criativ. Studio

A filosofia que norteou a elaboração deste vinho foi a de menor intervenção possível, ou seja, a utilização de uvas maduras e sadias e processos naturais, sem truques ou adição de insumos desnecessários. “Em nossas pesquisas de campo, visitamos um grande número de produtores e decidimos iniciar esse projeto de vinhos com a Lídio Carraro, por entendermos que, para além das questões técnicas e comerciais, foi a vinícola que abraçou o desafio de produzir não apenas mais um vinho de mercado para colocarmos um rótulo próprio, mas sim elaborar os nossos vinhos com personalidade e expressão próprias, diferente de outros vinhos da mesma relação qualidade/preço”, explica Rodrigo França, sócio-fundador responsável pela área de Produtos. O exclusivo Tinto 22 teve uma produção limitada a 4 mil garrafas. No mercado a OHCA aposta em sua estratégia de vendas direct to costumer (DTC). “Vendendo direto ao consumidor através do nosso e-commerce, eliminamos elos intermediários da cadeia de abastecimento e conseguimos fazer o vinho chegar ao consumidor final por preços muito mais vantajosos”, disse Marcelo. “O feedback dos clientes é muito positivo. Estamos animados, e em 2022 novos produtos serão lançados”, completou ele. Além do e-commerce da OHCA, os vinhos também podem ser encontrados em aplicativos e plataformas de marketplace, canais onde as vendas vêm aumentando significativamente. O aplicativo Daki entrega o vinho já gelado em cerca de 15 minutos na casa do consumidor. Os rótulos também encontram-se disponíveis na Amazon.

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