O Bloody Mary, um dos coquetéis mais antigos do mundo, tem quase 100 anos de história e diversas releituras ao redor do globo. Embora a receita clássica tenha o tomate como protagonista, cada país traz uma abordagem única para o drinque.
O drinque Bloody Mary é um dos coquetéis mais antigos do mundo. Com quase 100 anos de idade, a bebida apresenta uma série de releituras. Na receita clássica, o tomate é seu protagonista.
Releituras do Bloody Mary espalhados pelo mundo
Na receita clássica do drinque, sabemos que os ingredientes são: tomate maduro, suco de limão, molho inglês e de pimenta, pimenta-do-reino e caiena moída na hora, sal de aipo e vodka.
Porém, cada país apresenta uma forma diferente na hora de fazer esse drinque. Em Florença, por exemplo, o Bloody Brunello, troca a vodca por grappa (destilado feito com uvas da mesma região do Brunello di Montalcino), soma um toque de mel de acácia e substitui o salsão por alecrim.
Enquanto em Bangcoc, o Siam Mary traz wasabi, coentro e capim-limão; em Xangai, o Jing Mary leva mel de jasmim-do-imperador e rodela de laranja; em Abu Dhabi, o Desert Snapper é feito com vodca de limão e tem nota de zaatar e azeite; no Cairo há o perfume e a acidez do hibisco.
Receita clássica

Nesta versão clássica e possivelmente a mais conhecida desde os anos 40, você usa 10 ingredientes ao lado de dois passos super fáceis e rápidos. Além disso, não esqueça de decorar com um gomo de limão-siciliano. Quer saber mais detalhes? Confira o passo a passo completo neste link.
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Benefícios do tomate
O tomate, presente em todas as versões do Bloody Mary, oferece uma dose generosa de licopeno, um antioxidante que, segundo especialistas ouvidos pelo Estadão, pode ajudar a combater o estresse oxidativo no corpo. Embora estudos não tenham comprovado que alimentos ricos em licopeno previnam diretamente o câncer, o consumo de antioxidantes é visto como uma forma de apoiar a saúde.