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Roseann Kennedy traz os bastidores da política e da economia. Com Eduardo Barretto e Leticia Fernandes

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PSDB e Podemos querem anunciar fusão no dia 29, e ainda tentam segurar Eduardo Leite

Decisão sobre nome da legenda ficará para depois e passará por consulta popular; as tratativas para também se juntar ao Solidariedade será como federação

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Foto do autor Roseann Kennedy
Atualização:

O PSDB e o Podemos já têm data para anunciar a fusão partidária. Segundo apurou a Coluna do Estadão, as duas legendas fecharam as tratativas e programam a divulgação formal para o dia 29 de abril.

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Na última semana, os presidentes do PSDB e do Solidariedade, Marconi Perillo e Renata Abreu, decidiram que inicialmente não haverá mudança de nome do partido. Ficará apenas PSDB + Podemos. Mas a ideia é fazer uma pesquisar qualitativa e consultar o eleitorado sobre a escolha do registro novo de nome e número.

Entretanto, tem um nó que ainda não foi totalmente desatado: o futuro político do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. O gaúcho também se reuniu com Renata e Perillo, que tentam evitar que ele migre para o PSD de Gilberto Kassab.

Segundo interlocutores, Eduardo pede segurança em relação aos seus projetos político eleitorais, com garantia das legendas de apoio à sua candidatura em 2026. Ele mantém pretensões de disputar a Presidência da República.

O PSD, por sua vez, já estendeu o tapete para receber Leite. Principalmente depois de filiar a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, e de avançar para levar para a sigla o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel. Mas o cenário não é tão confortável para o gaúcho em relação à corrida ao Planalto.

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No PSD, Eduardo Leite seria o terceiro da fila para ter essa candidatura. O partido de Kassab estará com Tarcísio de Freitas (Republicanos) em qualquer candidatura. Ou seja, se o governador de São Paulo optar por concorrer para presidente, ele será o primeiro da lista. Em segundo vem o governador do Paraná, Ratinho Júnior, que foi apresentado por Kassab várias vezes como seu presidenciável.

Marconi Perillo e Renata Abreu Foto: Montagem/Nilton Fukuda(Estadão)/Divulgação
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