Brasil Adiante: o que o próximo presidente precisa fazer para enfrentar os grandes entraves do País
Estadão, em parceria com Fábio Barbosa reúnem propostas de mais de 30 especialistas para enfrentar problemas históricos da estrutura do Estado brasileiro.
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SÃO PAULO - O chairman e sócio-fundador do BTG Pactual, André Esteves, afirmou nesta segunda-feira, 14, que a disputa presidencial deve ser definida por margem estreita, em um cenário de empate técnico, e estimou que o segundo turno tende a terminar em 51% a 49%.
“Acho que a eleição será de 51% a 49% - só não sabemos para quem, porque a disputa é muito competitiva. Também considero estatisticamente muito difícil que ela se resolva para um lado ou para o outro já no primeiro turno”, disse, durante participação no Seminário Brasil Hoje, do Esfera Brasil, em São Paulo.

Segundo Esteves, uma série de fatores pode influenciar o resultado, como o número de eleições estaduais decididas no primeiro turno, o que pode afetar o nível de abstenção nos Estados e, por consequência, a dinâmica do segundo turno.
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Na leitura do banqueiro, o voto mais provável no mercado, como se costuma chamar, está ligeiramente favorável à direita, padrão que, segundo ele, se repetiu nas últimas três eleições no Brasil. Ainda assim, destacou que o retrato atual é de equilíbrio e que o desfecho deve se dar por diferença pequena.



