O que faz um governador?
26 Estados e o Distrito Federal elegem seus chefes do Executivo no pleito de 2026. Crédito: Larissa Burchard
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Com 100% das urnas apuradas, todos os Estados membros da União definiram neste domingo, 25, quem são os governadores que vão tomar posse em 6 de janeiro de 2027. Já no primeiro turno, 21 disputas ao Poder Executivo estadual se resolveram.
Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins, por outro lado, foram as seis unidades federativas que tiveram pleitos de segundo turno em 2026.

Nas 27 disputas a governos estaduais, 13 postulantes foram reeleitos aos respectivos cargos. Nada menos do que 11 garantiram a permanência no Poder Executivo ainda no primeiro turno. A região Norte foi a única que não teve reeleições na primeira rodada de votações.
No DF, Celina Leão bateu Leandro Grass (PT). Ela era considerada a favorita ao cargo desde o início da campanha. Ela assumiu a cadeira do Palácio do Buriti de forma interina ainda em 2023, depois de o ex-governador Ibaneis Rocha (MDB) ser afastado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no caso dos atos golpistas de 8 de janeiro. Contudo, Celina só assumiu o governo do DF em definitivo neste ano, quando Rocha renunciou ao cargo para disputar uma vaga ao Senado. Por não se tratar de mandato próprio, a governadora pode concorrer à reeleição em 2030.
No Espírito Santo, Lorenzo Pazolini (Republicanos) foi eleito ao Palácio Anchieta. O ex-prefeito de Vitória já havia batido Ricardo Ferraço (MDB) no primeiro turno por 49,6% dos votos contra 34% do emedebista.
No Rio Grande do Norte, Cadu de Lula (PT) venceu o candidato Allyson Bezerra (União) no segundo turno deste ano, depois de perder a primeira rodada de votações por 36,9% a 36,1%.
Na região Norte, Mailza Assis (PP) venceu Alan Rick (Republicanos), no Acre; Omar Aziz (PSD) superou a candidata Professora Maria do Carmo (PL), no Amazonas; e Vicentinho Júnior (PSDB) foi eleito contra Professora Dorinha (União), no Tocantins.
O Partido Liberal (PL), do senador Flávio Bolsonaro, foi a legenda que elegeu mais governadores nas eleições deste ano, com filiados à frente de seis unidades federativas: Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Santa Catarina.
O Partido dos Trabalhadores (PT), do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva, encerra a corrida eleitoral com quatro governadores eleitos no País: Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte.


