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Ciúme pode ter motivado chacina em Nova Iguaçu-RJ

PEDRO DANTAS - Agência Estado

25 Outubro 2010 | 16h 15

O ciúme pode ter sido o principal motivo da chacina que matou cinco pessoas no bairro da Posse, na cidade de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Um taxista reconheceu na manhã de hoje o suposto traficante Vinícius Anselmo de Araújo da Luz como o autor dos disparos. Ele contou que este foi o segundo atentado que sofreu desde que se casou com uma ex-namorada de Araújo, com quem ela já tem um filho.

Alvo dos tiros, o taxista prestou depoimento na 64ª Delegacia de Polícia (DP) de São João de Meriti e contou que conseguiu fugir ileso. Além de Araújo, ele disse que reconheceu Renato Ramos da Fonseca e Luiz Fernando Nascimento Ferreira, o Bacalhau, suposto chefe do tráfico no Morro do Chapadão, entre os invasores da festa. A Polícia Civil pretende pedir a prisão dos três ainda hoje.

O taxista e o suspeito se conheciam desde a adolescência em Vila Tiradentes, na cidade de São João de Meriti. Após sair da Marinha, Araújo teria entrado para o tráfico e, há três anos, foi preso.

O taxista começou o relacionamento com a namorada do traficante quando ele estava na prisão. Ao sair da cadeia, Araújo teria avisado por meio de amigos que mataria o casal. "Ele nunca aceitou a nossa relação e ainda é apaixonado por ela. Em dezembro do ano passado, durante uma festa do casamento do meu irmão, ele tentou me matar", contou o taxista.

Os mortos foram identificados como Rosilene Nascimento de Oliveira, de 32 anos, Thiago da Silva Santos, de 24, Waldemir de Oliveira de Jesus e Marcos Otávio Barbosa da Silva, ambos de 16 anos, e Gilson Alves de Lima, de 42. A aniversariante Cátia Silva Souza, de 32 anos, perdeu o filho Marcos e o filho de criação Waldemir.

Muito abalada, ela reclamava no Instituto Médico Legal (IML) de Nova Iguaçu da demora na liberação dos corpos. "Eles trabalhavam como cabos eleitorais e estudavam. Nenhuma investigação vai trazer os dois de volta. Eu posso dizer que não convidei nenhum bandido para a festa e até agora não entendo o que aconteceu", lamentou. Na delegacia, o taxista contou que foi à festa porque era amigo de infância de Cátia.

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