Alunos do Colégio Pedro II são suspensos após agressão à professora em sala de aula


Caso teria sido motivado por uma “aposta” entre uma aluna e um aluno do 6º ano do campus Humaitá, na zona sul do Rio

Por Marcio Dolzan
Atualização:

Uma professora do Colégio Pedro II, um dos mais tradicionais do Rio, foi agredida por dois alunos durante aula realizada na segunda-feira, 18, segundo a própria instituição. O caso aconteceu no câmpus Humaitá, zona sul da cidade, e teria sido motivado por um “desafio” de rede social. O colégio repudiou o episódio e suspendeu os alunos, do 6º ano do ensino fundamental.

De acordo com a direção do colégio, Ana Paula Loureiro estava substituindo uma professora que dá aulas à turma regularmente. “Ao final da aula, enquanto estava de cabeça baixa realizando anotações, (ela) recebeu tapas na nuca. A agressão foi motivada por uma aposta entre uma aluna, que desferiu os tapas, e um aluno do 6º ano”, disse a assessoria da instituição.

Após a agressão, a professora procurou o Departamento de Inglês do Pedro II para denunciar o ocorrido. O departamento se solidarizou com ela e publicou nota “de repúdio e preocupação em relação ao lamentável ocorrido”. A direção do colégio também emitiu comunicado repudiando o ato.

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Agressão aconteceu em unidade do Colégio Pedro II que fica no Humaitá, na zona sul do Rio de Janeiro Foto: WILTON JUNIOR / ESTADÃO

“Ao tomar ciência do ocorrido, no mesmo dia, a Direção suspendeu preventivamente por dois dias os discentes envolvidos e instaurou um Processo Disciplinar que proporá a sanção final a ser aplicada. Cabe ressaltar que a suspensão preventiva de dois dias não se configura na sanção a ser aplicada, mas como medida cautelar e disciplinar”, ressaltou o Colégio Pedro II.

Uma comissão formada por três servidores foi instaurada para apurar o ocorrido. Segundo o colégio, todos os envolvidos serão ouvidos e será garantido “o direito do contraditório e ampla defesa”. O procedimento acontecerá sob sigilo, por envolver menores de idade.

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‘Aposta’ entre alunos seria desafio de rede social

A agressão à professora teria sido motivada por um “desafio” que surgiu nos Estados Unidos há dois anos. Ele consiste em dar um tapa no professor e filmar o ato.

Além de prestar queixa ao colégio, a professora registrou o caso na 10ª DP - representantes da instituição de ensino a acompanharam no registro. O colégio também encaminhou relatórios ao Conselho Tutelar e ao Ministério Público Federal.

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“Infelizmente, temos observado um aumento significativo, por parte do corpo discente, de ações que geram violência, decorrentes de vários fatores, mas principalmente da falta de respeito, de limites e empatia ao próximo”, lamentou o Pedro II. “São urgentes reflexões e discussões sobre a escola que vivemos hoje com tantos conflitos geracionais e sociais, com a intensidade e recorrência destes.”

O Colégio Pedro II é uma instituição federal e é considerado um dos melhores do Rio. Ele é composto por 14 câmpus e um Centro de Referência em Educação Infantil. A instituição está presente em seis bairros da capital fluminense, além de Duque de Caxias e Niterói.

Ao todo, 13 mil alunos e 2,5 mil servidores frequentam o colégio. O site do Pedro II informa que a instituição oferece “uma educação inclusiva e preocupada com a formação de cidadãos conscientes”.

Uma professora do Colégio Pedro II, um dos mais tradicionais do Rio, foi agredida por dois alunos durante aula realizada na segunda-feira, 18, segundo a própria instituição. O caso aconteceu no câmpus Humaitá, zona sul da cidade, e teria sido motivado por um “desafio” de rede social. O colégio repudiou o episódio e suspendeu os alunos, do 6º ano do ensino fundamental.

De acordo com a direção do colégio, Ana Paula Loureiro estava substituindo uma professora que dá aulas à turma regularmente. “Ao final da aula, enquanto estava de cabeça baixa realizando anotações, (ela) recebeu tapas na nuca. A agressão foi motivada por uma aposta entre uma aluna, que desferiu os tapas, e um aluno do 6º ano”, disse a assessoria da instituição.

Após a agressão, a professora procurou o Departamento de Inglês do Pedro II para denunciar o ocorrido. O departamento se solidarizou com ela e publicou nota “de repúdio e preocupação em relação ao lamentável ocorrido”. A direção do colégio também emitiu comunicado repudiando o ato.

Agressão aconteceu em unidade do Colégio Pedro II que fica no Humaitá, na zona sul do Rio de Janeiro Foto: WILTON JUNIOR / ESTADÃO

“Ao tomar ciência do ocorrido, no mesmo dia, a Direção suspendeu preventivamente por dois dias os discentes envolvidos e instaurou um Processo Disciplinar que proporá a sanção final a ser aplicada. Cabe ressaltar que a suspensão preventiva de dois dias não se configura na sanção a ser aplicada, mas como medida cautelar e disciplinar”, ressaltou o Colégio Pedro II.

Uma comissão formada por três servidores foi instaurada para apurar o ocorrido. Segundo o colégio, todos os envolvidos serão ouvidos e será garantido “o direito do contraditório e ampla defesa”. O procedimento acontecerá sob sigilo, por envolver menores de idade.

‘Aposta’ entre alunos seria desafio de rede social

A agressão à professora teria sido motivada por um “desafio” que surgiu nos Estados Unidos há dois anos. Ele consiste em dar um tapa no professor e filmar o ato.

Além de prestar queixa ao colégio, a professora registrou o caso na 10ª DP - representantes da instituição de ensino a acompanharam no registro. O colégio também encaminhou relatórios ao Conselho Tutelar e ao Ministério Público Federal.

“Infelizmente, temos observado um aumento significativo, por parte do corpo discente, de ações que geram violência, decorrentes de vários fatores, mas principalmente da falta de respeito, de limites e empatia ao próximo”, lamentou o Pedro II. “São urgentes reflexões e discussões sobre a escola que vivemos hoje com tantos conflitos geracionais e sociais, com a intensidade e recorrência destes.”

O Colégio Pedro II é uma instituição federal e é considerado um dos melhores do Rio. Ele é composto por 14 câmpus e um Centro de Referência em Educação Infantil. A instituição está presente em seis bairros da capital fluminense, além de Duque de Caxias e Niterói.

Ao todo, 13 mil alunos e 2,5 mil servidores frequentam o colégio. O site do Pedro II informa que a instituição oferece “uma educação inclusiva e preocupada com a formação de cidadãos conscientes”.

Uma professora do Colégio Pedro II, um dos mais tradicionais do Rio, foi agredida por dois alunos durante aula realizada na segunda-feira, 18, segundo a própria instituição. O caso aconteceu no câmpus Humaitá, zona sul da cidade, e teria sido motivado por um “desafio” de rede social. O colégio repudiou o episódio e suspendeu os alunos, do 6º ano do ensino fundamental.

De acordo com a direção do colégio, Ana Paula Loureiro estava substituindo uma professora que dá aulas à turma regularmente. “Ao final da aula, enquanto estava de cabeça baixa realizando anotações, (ela) recebeu tapas na nuca. A agressão foi motivada por uma aposta entre uma aluna, que desferiu os tapas, e um aluno do 6º ano”, disse a assessoria da instituição.

Após a agressão, a professora procurou o Departamento de Inglês do Pedro II para denunciar o ocorrido. O departamento se solidarizou com ela e publicou nota “de repúdio e preocupação em relação ao lamentável ocorrido”. A direção do colégio também emitiu comunicado repudiando o ato.

Agressão aconteceu em unidade do Colégio Pedro II que fica no Humaitá, na zona sul do Rio de Janeiro Foto: WILTON JUNIOR / ESTADÃO

“Ao tomar ciência do ocorrido, no mesmo dia, a Direção suspendeu preventivamente por dois dias os discentes envolvidos e instaurou um Processo Disciplinar que proporá a sanção final a ser aplicada. Cabe ressaltar que a suspensão preventiva de dois dias não se configura na sanção a ser aplicada, mas como medida cautelar e disciplinar”, ressaltou o Colégio Pedro II.

Uma comissão formada por três servidores foi instaurada para apurar o ocorrido. Segundo o colégio, todos os envolvidos serão ouvidos e será garantido “o direito do contraditório e ampla defesa”. O procedimento acontecerá sob sigilo, por envolver menores de idade.

‘Aposta’ entre alunos seria desafio de rede social

A agressão à professora teria sido motivada por um “desafio” que surgiu nos Estados Unidos há dois anos. Ele consiste em dar um tapa no professor e filmar o ato.

Além de prestar queixa ao colégio, a professora registrou o caso na 10ª DP - representantes da instituição de ensino a acompanharam no registro. O colégio também encaminhou relatórios ao Conselho Tutelar e ao Ministério Público Federal.

“Infelizmente, temos observado um aumento significativo, por parte do corpo discente, de ações que geram violência, decorrentes de vários fatores, mas principalmente da falta de respeito, de limites e empatia ao próximo”, lamentou o Pedro II. “São urgentes reflexões e discussões sobre a escola que vivemos hoje com tantos conflitos geracionais e sociais, com a intensidade e recorrência destes.”

O Colégio Pedro II é uma instituição federal e é considerado um dos melhores do Rio. Ele é composto por 14 câmpus e um Centro de Referência em Educação Infantil. A instituição está presente em seis bairros da capital fluminense, além de Duque de Caxias e Niterói.

Ao todo, 13 mil alunos e 2,5 mil servidores frequentam o colégio. O site do Pedro II informa que a instituição oferece “uma educação inclusiva e preocupada com a formação de cidadãos conscientes”.

Uma professora do Colégio Pedro II, um dos mais tradicionais do Rio, foi agredida por dois alunos durante aula realizada na segunda-feira, 18, segundo a própria instituição. O caso aconteceu no câmpus Humaitá, zona sul da cidade, e teria sido motivado por um “desafio” de rede social. O colégio repudiou o episódio e suspendeu os alunos, do 6º ano do ensino fundamental.

De acordo com a direção do colégio, Ana Paula Loureiro estava substituindo uma professora que dá aulas à turma regularmente. “Ao final da aula, enquanto estava de cabeça baixa realizando anotações, (ela) recebeu tapas na nuca. A agressão foi motivada por uma aposta entre uma aluna, que desferiu os tapas, e um aluno do 6º ano”, disse a assessoria da instituição.

Após a agressão, a professora procurou o Departamento de Inglês do Pedro II para denunciar o ocorrido. O departamento se solidarizou com ela e publicou nota “de repúdio e preocupação em relação ao lamentável ocorrido”. A direção do colégio também emitiu comunicado repudiando o ato.

Agressão aconteceu em unidade do Colégio Pedro II que fica no Humaitá, na zona sul do Rio de Janeiro Foto: WILTON JUNIOR / ESTADÃO

“Ao tomar ciência do ocorrido, no mesmo dia, a Direção suspendeu preventivamente por dois dias os discentes envolvidos e instaurou um Processo Disciplinar que proporá a sanção final a ser aplicada. Cabe ressaltar que a suspensão preventiva de dois dias não se configura na sanção a ser aplicada, mas como medida cautelar e disciplinar”, ressaltou o Colégio Pedro II.

Uma comissão formada por três servidores foi instaurada para apurar o ocorrido. Segundo o colégio, todos os envolvidos serão ouvidos e será garantido “o direito do contraditório e ampla defesa”. O procedimento acontecerá sob sigilo, por envolver menores de idade.

‘Aposta’ entre alunos seria desafio de rede social

A agressão à professora teria sido motivada por um “desafio” que surgiu nos Estados Unidos há dois anos. Ele consiste em dar um tapa no professor e filmar o ato.

Além de prestar queixa ao colégio, a professora registrou o caso na 10ª DP - representantes da instituição de ensino a acompanharam no registro. O colégio também encaminhou relatórios ao Conselho Tutelar e ao Ministério Público Federal.

“Infelizmente, temos observado um aumento significativo, por parte do corpo discente, de ações que geram violência, decorrentes de vários fatores, mas principalmente da falta de respeito, de limites e empatia ao próximo”, lamentou o Pedro II. “São urgentes reflexões e discussões sobre a escola que vivemos hoje com tantos conflitos geracionais e sociais, com a intensidade e recorrência destes.”

O Colégio Pedro II é uma instituição federal e é considerado um dos melhores do Rio. Ele é composto por 14 câmpus e um Centro de Referência em Educação Infantil. A instituição está presente em seis bairros da capital fluminense, além de Duque de Caxias e Niterói.

Ao todo, 13 mil alunos e 2,5 mil servidores frequentam o colégio. O site do Pedro II informa que a instituição oferece “uma educação inclusiva e preocupada com a formação de cidadãos conscientes”.

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