Boicote da Argentina irrita cartolas da Fifa


Por Redação

A Argentina resolveu boicotar o sorteio dos grupos da Copa, como protesto pela suspensão de dois meses imposta ao técnico Maradona, e irritou a Fifa. Os dirigentes da entidade consideram sem cabimento uma seleção candidata ao título comparecer à cerimônia do dia 4 apenas com cartolas - o presidente da AFA, Julio Grondona, e Eduardo Deluca, também dirigente da Conmebol. Como a Fifa não permitiu ao punido Maradona participar do sorteio - deve ir à África do Sul como turista -, o auxiliar Carlos Bilardo também decidiu não ir, "em solidariedade"". O gesto foi encarado como um desrespeito à entidade.

A Argentina resolveu boicotar o sorteio dos grupos da Copa, como protesto pela suspensão de dois meses imposta ao técnico Maradona, e irritou a Fifa. Os dirigentes da entidade consideram sem cabimento uma seleção candidata ao título comparecer à cerimônia do dia 4 apenas com cartolas - o presidente da AFA, Julio Grondona, e Eduardo Deluca, também dirigente da Conmebol. Como a Fifa não permitiu ao punido Maradona participar do sorteio - deve ir à África do Sul como turista -, o auxiliar Carlos Bilardo também decidiu não ir, "em solidariedade"". O gesto foi encarado como um desrespeito à entidade.

A Argentina resolveu boicotar o sorteio dos grupos da Copa, como protesto pela suspensão de dois meses imposta ao técnico Maradona, e irritou a Fifa. Os dirigentes da entidade consideram sem cabimento uma seleção candidata ao título comparecer à cerimônia do dia 4 apenas com cartolas - o presidente da AFA, Julio Grondona, e Eduardo Deluca, também dirigente da Conmebol. Como a Fifa não permitiu ao punido Maradona participar do sorteio - deve ir à África do Sul como turista -, o auxiliar Carlos Bilardo também decidiu não ir, "em solidariedade"". O gesto foi encarado como um desrespeito à entidade.

A Argentina resolveu boicotar o sorteio dos grupos da Copa, como protesto pela suspensão de dois meses imposta ao técnico Maradona, e irritou a Fifa. Os dirigentes da entidade consideram sem cabimento uma seleção candidata ao título comparecer à cerimônia do dia 4 apenas com cartolas - o presidente da AFA, Julio Grondona, e Eduardo Deluca, também dirigente da Conmebol. Como a Fifa não permitiu ao punido Maradona participar do sorteio - deve ir à África do Sul como turista -, o auxiliar Carlos Bilardo também decidiu não ir, "em solidariedade"". O gesto foi encarado como um desrespeito à entidade.

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