Crise penitenciária tem solução, mas está nas mãos dos Estados, diz ministro


Raul Jungmann afirma que a ordem foi restabelecida nas ruas do Rio Grande do Norte após envio de tropas das Forças Armadas

Por Daniel Weterman

SÃO PAULO - O ministro da Defesa, Raul Jungmann afirmou na manhã desta segunda-feira, 23, que a crise penitenciária no País tem solução, mas a resolução está nas mãos dos Estados, que por sua vez vivem um período econômico difícil.

Raul Jungmann, ministro da Defesa Foto: Yasuyoshi Chiba/AFP

"Acho que tem (solução), mas está predominantemente em grande medida nas mãos dos Estados, pela Constituição, mas os Estados vivem um período difícil na parte fiscal", afirmou o ministro, em entrevista à Rádio CBN.

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Tropas das Forças Armadas foram enviadas ao Rio Grande do Norte no fim de semana para conter os avanços da guerra entre facções que deixou mortos no Estado.

Segundo o ministro, a ordem nas ruas potiguares foi restabelecida fora dos presídios após o envio dos militares. "Já não temos incêndio de ônibus, não há descontrole nas ruas. De fato, o clima hoje é melhor do que anteriormente", declarou.

Detentos fazem batalha campal na Penitenciária de Alcaçuz, no RN

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Guerra entre facções em Nísia Floresta

Foto: Andressa Anholete/AFP
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Guerra entre facções em Nísia Floresta

Foto: Josemar Gonçalves/Reuters
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Guerra entre facções em Nísia Floresta

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Briga entre facções em Nísia Floresta

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Jungmann voltou a falar que governo já percebia durante a Olimpíada no Rio de Janeiro que o conflito entre facções demandaria respostas maiores das Forças Armadas.

"Percebemos que esse clima tendia a um agravamento, tínhamos a percepção de que aquela preocupação poderia levar a maior demanda da participação das Forças Armadas nessa questão", afirmou, referindo-se a ele, ao ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, e ao chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, general Sergio Etchegoyen, que estavam no Rio durante os Jogos Olímpicos.

O ministro afirmou que o governo está intensificando o monitoramento de fronteiras para combater o tráfico de drogas ao Brasil. Ele informou que R$ 470 milhões estão sendo investidos neste ano para o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), desenvolvido pelo Exército.

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Veja imagens do interior do presídio de Alcaçuz

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Penitenciária de Alcaçuz (RN)

Foto: Divulgação
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Penitenciária de Alcaçuz (RN)

Foto: Divulgação

Ele reconheceu que há necessidade de um contingente maior de militares no trabalho. Atualmente, o órgão soma 35 mil profissionais. "Nós precisaríamos de mais, sem menor sombra de dúvidas, mas é isso que temos como capacidade de orçamento (no momento atual)."

Para o ministro, é preciso promover um acordo de cooperação com os países que fazem fronteira com o Brasil para interromper o contrabando ilegal de drogas. Jungmann contou que pretende organizar um encontro com os ministros da Defesa de países da América do Sul e discutir a atuação articulada entre os governos.

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Uma batalha campal, com paus e pedras, tomou conta nesta quinta-feira, 19, do presídio de Alcaçuz, em Natal, onde no fim de semana passada morreram 26 pessoas em ajustes de contas entre facções rivais de traficantes

Críticas. Ao comentar as críticas à atuação das Forças Armadas nas fronteiras e no envio das tropas para os presídios, Jungmann afirmou que os ataques são feitos por quem não conhece o trabalho dos militares.

"Isso é desinformação da capacidade que têm as Forças Armadas de fazer varreduras e desconhecimento das Forças nas fronteiras", disse.

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Além do Rio Grande do Norte, tropas serão enviadas para varreduras e limpeza nos presídios de Roraima e Amazonas, conforme solicitado pelos governadores estaduais, destacou. 

SÃO PAULO - O ministro da Defesa, Raul Jungmann afirmou na manhã desta segunda-feira, 23, que a crise penitenciária no País tem solução, mas a resolução está nas mãos dos Estados, que por sua vez vivem um período econômico difícil.

Raul Jungmann, ministro da Defesa Foto: Yasuyoshi Chiba/AFP

"Acho que tem (solução), mas está predominantemente em grande medida nas mãos dos Estados, pela Constituição, mas os Estados vivem um período difícil na parte fiscal", afirmou o ministro, em entrevista à Rádio CBN.

Tropas das Forças Armadas foram enviadas ao Rio Grande do Norte no fim de semana para conter os avanços da guerra entre facções que deixou mortos no Estado.

Segundo o ministro, a ordem nas ruas potiguares foi restabelecida fora dos presídios após o envio dos militares. "Já não temos incêndio de ônibus, não há descontrole nas ruas. De fato, o clima hoje é melhor do que anteriormente", declarou.

Detentos fazem batalha campal na Penitenciária de Alcaçuz, no RN

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Jungmann voltou a falar que governo já percebia durante a Olimpíada no Rio de Janeiro que o conflito entre facções demandaria respostas maiores das Forças Armadas.

"Percebemos que esse clima tendia a um agravamento, tínhamos a percepção de que aquela preocupação poderia levar a maior demanda da participação das Forças Armadas nessa questão", afirmou, referindo-se a ele, ao ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, e ao chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, general Sergio Etchegoyen, que estavam no Rio durante os Jogos Olímpicos.

O ministro afirmou que o governo está intensificando o monitoramento de fronteiras para combater o tráfico de drogas ao Brasil. Ele informou que R$ 470 milhões estão sendo investidos neste ano para o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), desenvolvido pelo Exército.

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Ele reconheceu que há necessidade de um contingente maior de militares no trabalho. Atualmente, o órgão soma 35 mil profissionais. "Nós precisaríamos de mais, sem menor sombra de dúvidas, mas é isso que temos como capacidade de orçamento (no momento atual)."

Para o ministro, é preciso promover um acordo de cooperação com os países que fazem fronteira com o Brasil para interromper o contrabando ilegal de drogas. Jungmann contou que pretende organizar um encontro com os ministros da Defesa de países da América do Sul e discutir a atuação articulada entre os governos.

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Uma batalha campal, com paus e pedras, tomou conta nesta quinta-feira, 19, do presídio de Alcaçuz, em Natal, onde no fim de semana passada morreram 26 pessoas em ajustes de contas entre facções rivais de traficantes

Críticas. Ao comentar as críticas à atuação das Forças Armadas nas fronteiras e no envio das tropas para os presídios, Jungmann afirmou que os ataques são feitos por quem não conhece o trabalho dos militares.

"Isso é desinformação da capacidade que têm as Forças Armadas de fazer varreduras e desconhecimento das Forças nas fronteiras", disse.

Além do Rio Grande do Norte, tropas serão enviadas para varreduras e limpeza nos presídios de Roraima e Amazonas, conforme solicitado pelos governadores estaduais, destacou. 

SÃO PAULO - O ministro da Defesa, Raul Jungmann afirmou na manhã desta segunda-feira, 23, que a crise penitenciária no País tem solução, mas a resolução está nas mãos dos Estados, que por sua vez vivem um período econômico difícil.

Raul Jungmann, ministro da Defesa Foto: Yasuyoshi Chiba/AFP

"Acho que tem (solução), mas está predominantemente em grande medida nas mãos dos Estados, pela Constituição, mas os Estados vivem um período difícil na parte fiscal", afirmou o ministro, em entrevista à Rádio CBN.

Tropas das Forças Armadas foram enviadas ao Rio Grande do Norte no fim de semana para conter os avanços da guerra entre facções que deixou mortos no Estado.

Segundo o ministro, a ordem nas ruas potiguares foi restabelecida fora dos presídios após o envio dos militares. "Já não temos incêndio de ônibus, não há descontrole nas ruas. De fato, o clima hoje é melhor do que anteriormente", declarou.

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"Percebemos que esse clima tendia a um agravamento, tínhamos a percepção de que aquela preocupação poderia levar a maior demanda da participação das Forças Armadas nessa questão", afirmou, referindo-se a ele, ao ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, e ao chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, general Sergio Etchegoyen, que estavam no Rio durante os Jogos Olímpicos.

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Para o ministro, é preciso promover um acordo de cooperação com os países que fazem fronteira com o Brasil para interromper o contrabando ilegal de drogas. Jungmann contou que pretende organizar um encontro com os ministros da Defesa de países da América do Sul e discutir a atuação articulada entre os governos.

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Críticas. Ao comentar as críticas à atuação das Forças Armadas nas fronteiras e no envio das tropas para os presídios, Jungmann afirmou que os ataques são feitos por quem não conhece o trabalho dos militares.

"Isso é desinformação da capacidade que têm as Forças Armadas de fazer varreduras e desconhecimento das Forças nas fronteiras", disse.

Além do Rio Grande do Norte, tropas serão enviadas para varreduras e limpeza nos presídios de Roraima e Amazonas, conforme solicitado pelos governadores estaduais, destacou. 

SÃO PAULO - O ministro da Defesa, Raul Jungmann afirmou na manhã desta segunda-feira, 23, que a crise penitenciária no País tem solução, mas a resolução está nas mãos dos Estados, que por sua vez vivem um período econômico difícil.

Raul Jungmann, ministro da Defesa Foto: Yasuyoshi Chiba/AFP

"Acho que tem (solução), mas está predominantemente em grande medida nas mãos dos Estados, pela Constituição, mas os Estados vivem um período difícil na parte fiscal", afirmou o ministro, em entrevista à Rádio CBN.

Tropas das Forças Armadas foram enviadas ao Rio Grande do Norte no fim de semana para conter os avanços da guerra entre facções que deixou mortos no Estado.

Segundo o ministro, a ordem nas ruas potiguares foi restabelecida fora dos presídios após o envio dos militares. "Já não temos incêndio de ônibus, não há descontrole nas ruas. De fato, o clima hoje é melhor do que anteriormente", declarou.

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"Percebemos que esse clima tendia a um agravamento, tínhamos a percepção de que aquela preocupação poderia levar a maior demanda da participação das Forças Armadas nessa questão", afirmou, referindo-se a ele, ao ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, e ao chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, general Sergio Etchegoyen, que estavam no Rio durante os Jogos Olímpicos.

O ministro afirmou que o governo está intensificando o monitoramento de fronteiras para combater o tráfico de drogas ao Brasil. Ele informou que R$ 470 milhões estão sendo investidos neste ano para o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), desenvolvido pelo Exército.

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Para o ministro, é preciso promover um acordo de cooperação com os países que fazem fronteira com o Brasil para interromper o contrabando ilegal de drogas. Jungmann contou que pretende organizar um encontro com os ministros da Defesa de países da América do Sul e discutir a atuação articulada entre os governos.

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Uma batalha campal, com paus e pedras, tomou conta nesta quinta-feira, 19, do presídio de Alcaçuz, em Natal, onde no fim de semana passada morreram 26 pessoas em ajustes de contas entre facções rivais de traficantes

Críticas. Ao comentar as críticas à atuação das Forças Armadas nas fronteiras e no envio das tropas para os presídios, Jungmann afirmou que os ataques são feitos por quem não conhece o trabalho dos militares.

"Isso é desinformação da capacidade que têm as Forças Armadas de fazer varreduras e desconhecimento das Forças nas fronteiras", disse.

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