O dia a dia dos alunos Curso Estado de Jornalismo

Para jornalista do New York Times, aprender infografia é essencial independentemente de trabalhar na área


Por Carla Miranda

Por Caio Carvalho

Para o jornalista brasileiro Sérgio Peçanha, que do departamento de infografia do The New York Times, o interesse dos profissionais pela área pode ajudá-los a trabalhar melhor suas histórias e saber em quais contextos a ferramenta é mais adequada.

"Você ter um vocabulário mais próximo à área, mesmo que não seja quem vai produzir o vídeo o gráfico, ajuda a saber se aquilo que está sugerindo é viável", explica. "Com certeza, vai ser um profissional mais completo".

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Peçanha, há seis anos no jornal norte-americano, foi um dos palestrantes desta terça-feira, 21, na Semana Estado de Jornalismo.Ele explica que, em algumas matérias, há uma facilidade maior em transformá-las em multimídia, enquanto isso se torna mais complicado em outros casos.

Ele comentou que uma das preocupações das empresas jornalísticas é investir em novas narrativas. O jornalista participou do painel "Narrativas Digitais" em que destacou o foco da infografia cada vez maior do impresso para produtos multimídia. Hoje, por exemplo, 50% dos acessos ao portal do jornal são de smartphones.

Peçanha apresentou exemplos recentes feitos pelo NYT, como o trabalho de Christoph Niemann, que esteve no Brasil durante a Copa do Mundo para retratar a relação do País com o futebol por meio de fotos, ilustrações, fotos e músicas.

Por Caio Carvalho

Para o jornalista brasileiro Sérgio Peçanha, que do departamento de infografia do The New York Times, o interesse dos profissionais pela área pode ajudá-los a trabalhar melhor suas histórias e saber em quais contextos a ferramenta é mais adequada.

"Você ter um vocabulário mais próximo à área, mesmo que não seja quem vai produzir o vídeo o gráfico, ajuda a saber se aquilo que está sugerindo é viável", explica. "Com certeza, vai ser um profissional mais completo".

Peçanha, há seis anos no jornal norte-americano, foi um dos palestrantes desta terça-feira, 21, na Semana Estado de Jornalismo.Ele explica que, em algumas matérias, há uma facilidade maior em transformá-las em multimídia, enquanto isso se torna mais complicado em outros casos.

Ele comentou que uma das preocupações das empresas jornalísticas é investir em novas narrativas. O jornalista participou do painel "Narrativas Digitais" em que destacou o foco da infografia cada vez maior do impresso para produtos multimídia. Hoje, por exemplo, 50% dos acessos ao portal do jornal são de smartphones.

Peçanha apresentou exemplos recentes feitos pelo NYT, como o trabalho de Christoph Niemann, que esteve no Brasil durante a Copa do Mundo para retratar a relação do País com o futebol por meio de fotos, ilustrações, fotos e músicas.

Por Caio Carvalho

Para o jornalista brasileiro Sérgio Peçanha, que do departamento de infografia do The New York Times, o interesse dos profissionais pela área pode ajudá-los a trabalhar melhor suas histórias e saber em quais contextos a ferramenta é mais adequada.

"Você ter um vocabulário mais próximo à área, mesmo que não seja quem vai produzir o vídeo o gráfico, ajuda a saber se aquilo que está sugerindo é viável", explica. "Com certeza, vai ser um profissional mais completo".

Peçanha, há seis anos no jornal norte-americano, foi um dos palestrantes desta terça-feira, 21, na Semana Estado de Jornalismo.Ele explica que, em algumas matérias, há uma facilidade maior em transformá-las em multimídia, enquanto isso se torna mais complicado em outros casos.

Ele comentou que uma das preocupações das empresas jornalísticas é investir em novas narrativas. O jornalista participou do painel "Narrativas Digitais" em que destacou o foco da infografia cada vez maior do impresso para produtos multimídia. Hoje, por exemplo, 50% dos acessos ao portal do jornal são de smartphones.

Peçanha apresentou exemplos recentes feitos pelo NYT, como o trabalho de Christoph Niemann, que esteve no Brasil durante a Copa do Mundo para retratar a relação do País com o futebol por meio de fotos, ilustrações, fotos e músicas.

Por Caio Carvalho

Para o jornalista brasileiro Sérgio Peçanha, que do departamento de infografia do The New York Times, o interesse dos profissionais pela área pode ajudá-los a trabalhar melhor suas histórias e saber em quais contextos a ferramenta é mais adequada.

"Você ter um vocabulário mais próximo à área, mesmo que não seja quem vai produzir o vídeo o gráfico, ajuda a saber se aquilo que está sugerindo é viável", explica. "Com certeza, vai ser um profissional mais completo".

Peçanha, há seis anos no jornal norte-americano, foi um dos palestrantes desta terça-feira, 21, na Semana Estado de Jornalismo.Ele explica que, em algumas matérias, há uma facilidade maior em transformá-las em multimídia, enquanto isso se torna mais complicado em outros casos.

Ele comentou que uma das preocupações das empresas jornalísticas é investir em novas narrativas. O jornalista participou do painel "Narrativas Digitais" em que destacou o foco da infografia cada vez maior do impresso para produtos multimídia. Hoje, por exemplo, 50% dos acessos ao portal do jornal são de smartphones.

Peçanha apresentou exemplos recentes feitos pelo NYT, como o trabalho de Christoph Niemann, que esteve no Brasil durante a Copa do Mundo para retratar a relação do País com o futebol por meio de fotos, ilustrações, fotos e músicas.

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