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O que explica o fracasso histórico no combate ao PCC?


Por Gustavo Lopes Alves

Na semana passada, os noticiários foram tomados pela operação da Polícia Federal que prendeu membros de uma facção criminosa que planejavam assassinar, extorquir e sequestrar agentes públicos, como políticos e promotores de Justiça. Entre eles, o senador e ex-juiz da Lava Jato, Sérgio Moro.

Foram encontrados com os detidos planilhas de custos e armamentos que seriam usados nessas ações. O plano seria colocado em prática no segundo turno das eleições presidenciais do ano passado, e seria executado por Janeferson Aparecido Mariano, apontado pela Polícia Federal como cabeça do núcleo do PCC.

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A investigação mostrou a organização e a capilaridade da facção criminosa, que nasceu em 1993, e ao longo dos anos, tem espalhado terror pelo Brasil e no exterior. Estima-se que o grupo tenha mais de 20 mil afiliados e uma receita que ultrapassa R$1 bilhão.

Afinal, por que os governos não conseguem combater essas facções criminosas? Qual é o poder que elas têm hoje na vida pública? No 'Estadão Notícias' de hoje, vamos falar sobre o crescimento e a organização do PCC com o jornalista Bruno Paes Manso, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP. Manso é autor dos livros: A República das Milícias, Dos Esquadrões da Morte a Era Bolsonaro (2020) e A Guerra: a ascensão do PCC e o mundo do crime no Brasil (2018), ambos lançados pela editora Todavia.

O 'Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

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Apresentação: Emanuel Bomfim

Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte

Sonorização/Montagem: Moacir Biasi

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Na semana passada, os noticiários foram tomados pela operação da Polícia Federal que prendeu membros de uma facção criminosa que planejavam assassinar, extorquir e sequestrar agentes públicos, como políticos e promotores de Justiça. Entre eles, o senador e ex-juiz da Lava Jato, Sérgio Moro.

Foram encontrados com os detidos planilhas de custos e armamentos que seriam usados nessas ações. O plano seria colocado em prática no segundo turno das eleições presidenciais do ano passado, e seria executado por Janeferson Aparecido Mariano, apontado pela Polícia Federal como cabeça do núcleo do PCC.

A investigação mostrou a organização e a capilaridade da facção criminosa, que nasceu em 1993, e ao longo dos anos, tem espalhado terror pelo Brasil e no exterior. Estima-se que o grupo tenha mais de 20 mil afiliados e uma receita que ultrapassa R$1 bilhão.

Afinal, por que os governos não conseguem combater essas facções criminosas? Qual é o poder que elas têm hoje na vida pública? No 'Estadão Notícias' de hoje, vamos falar sobre o crescimento e a organização do PCC com o jornalista Bruno Paes Manso, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP. Manso é autor dos livros: A República das Milícias, Dos Esquadrões da Morte a Era Bolsonaro (2020) e A Guerra: a ascensão do PCC e o mundo do crime no Brasil (2018), ambos lançados pela editora Todavia.

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Foram encontrados com os detidos planilhas de custos e armamentos que seriam usados nessas ações. O plano seria colocado em prática no segundo turno das eleições presidenciais do ano passado, e seria executado por Janeferson Aparecido Mariano, apontado pela Polícia Federal como cabeça do núcleo do PCC.

A investigação mostrou a organização e a capilaridade da facção criminosa, que nasceu em 1993, e ao longo dos anos, tem espalhado terror pelo Brasil e no exterior. Estima-se que o grupo tenha mais de 20 mil afiliados e uma receita que ultrapassa R$1 bilhão.

Afinal, por que os governos não conseguem combater essas facções criminosas? Qual é o poder que elas têm hoje na vida pública? No 'Estadão Notícias' de hoje, vamos falar sobre o crescimento e a organização do PCC com o jornalista Bruno Paes Manso, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP. Manso é autor dos livros: A República das Milícias, Dos Esquadrões da Morte a Era Bolsonaro (2020) e A Guerra: a ascensão do PCC e o mundo do crime no Brasil (2018), ambos lançados pela editora Todavia.

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