Inquérito não esclarece morte de cozinheiro na PF do Rio


Investigações constataram que houve tortura, mas não foi possível identificar os autores do crime

Por Agencia Estado

O inquérito da Polícia Federal (PF) que apurou a morte do auxiliar de cozinha Antônio Gonçalves, em setembro deste ano, foi enviado hoje ao Ministério Público Federal. As investigações concluíram que houve tortura, mas nenhum dos dez agentes federais, entre eles dois delegados, foi indiciado diretamente pela morte de Gonçalves por falta de provas. Os agentes Cláudio Alberto Barbosa Pontes, Carlos Alexandre Cardoso de Souza, Luiz Oswaldo Vargas de Aguiar e Paulo César Bento Inácio foram indiciados por tortura contra o preso Samuel Cerqueira, que também estava na carceragem quando Gonçalves morreu. Por falso testemunho, foram indiciados Ribamar Pereira da Silva, José Ricardo Sant´Anna Mingozzi e Marcello Wander Monteiro. Walter Rui de Santana e Pontes (novamente indiciado) por falsidade ideológica e os delegados Marcelo Durval Soares e Luís Felipe Egger Magalhães, por omissão. "Antônio morreu de agressões sofridas, mas ninguém viu quem bateu nele porque os presos estavam isolados. Houve crime, mas não foi possível identificar a autoria", disse o delegado Paulo Iung, que presidiu as investigações. Um inquérito disciplinar, em fase de finalização, foi instaurado paralelamente ao policial para decidir se os agentes serão afastados definitivamente de seus cargos. O processo disciplinar será presidido por uma comissão formada por três delegados de fora do Rio, ainda não escolhidos. "Só depois da decisão administrativa e judicial é que os policiais serão afastados ou reintegrados, mas são processos independentes", disse o superintendente da Polícia Federal Marcelo Itagiba. Apesar disso, segundo ele, uma decisão pode influenciar a outra. "Dependendo da absolvição deles na Justiça, eles podem ser reintegrados". Por enquanto, os indiciados foram remanejados de suas funções, mas permanecem na Polícia Federal. Só depois do recesso da Justiça, que termina em 7 de janeiro, é que o Ministério Público pode oferecer denúncia contra os agentes. Antônio Gonçalves, Márcio Gomes e Samuel Cerqueira foram presos em 7 de setembro, suspeitos da morte do policial federal Gustavo Frederico Mayer.

O inquérito da Polícia Federal (PF) que apurou a morte do auxiliar de cozinha Antônio Gonçalves, em setembro deste ano, foi enviado hoje ao Ministério Público Federal. As investigações concluíram que houve tortura, mas nenhum dos dez agentes federais, entre eles dois delegados, foi indiciado diretamente pela morte de Gonçalves por falta de provas. Os agentes Cláudio Alberto Barbosa Pontes, Carlos Alexandre Cardoso de Souza, Luiz Oswaldo Vargas de Aguiar e Paulo César Bento Inácio foram indiciados por tortura contra o preso Samuel Cerqueira, que também estava na carceragem quando Gonçalves morreu. Por falso testemunho, foram indiciados Ribamar Pereira da Silva, José Ricardo Sant´Anna Mingozzi e Marcello Wander Monteiro. Walter Rui de Santana e Pontes (novamente indiciado) por falsidade ideológica e os delegados Marcelo Durval Soares e Luís Felipe Egger Magalhães, por omissão. "Antônio morreu de agressões sofridas, mas ninguém viu quem bateu nele porque os presos estavam isolados. Houve crime, mas não foi possível identificar a autoria", disse o delegado Paulo Iung, que presidiu as investigações. Um inquérito disciplinar, em fase de finalização, foi instaurado paralelamente ao policial para decidir se os agentes serão afastados definitivamente de seus cargos. O processo disciplinar será presidido por uma comissão formada por três delegados de fora do Rio, ainda não escolhidos. "Só depois da decisão administrativa e judicial é que os policiais serão afastados ou reintegrados, mas são processos independentes", disse o superintendente da Polícia Federal Marcelo Itagiba. Apesar disso, segundo ele, uma decisão pode influenciar a outra. "Dependendo da absolvição deles na Justiça, eles podem ser reintegrados". Por enquanto, os indiciados foram remanejados de suas funções, mas permanecem na Polícia Federal. Só depois do recesso da Justiça, que termina em 7 de janeiro, é que o Ministério Público pode oferecer denúncia contra os agentes. Antônio Gonçalves, Márcio Gomes e Samuel Cerqueira foram presos em 7 de setembro, suspeitos da morte do policial federal Gustavo Frederico Mayer.

O inquérito da Polícia Federal (PF) que apurou a morte do auxiliar de cozinha Antônio Gonçalves, em setembro deste ano, foi enviado hoje ao Ministério Público Federal. As investigações concluíram que houve tortura, mas nenhum dos dez agentes federais, entre eles dois delegados, foi indiciado diretamente pela morte de Gonçalves por falta de provas. Os agentes Cláudio Alberto Barbosa Pontes, Carlos Alexandre Cardoso de Souza, Luiz Oswaldo Vargas de Aguiar e Paulo César Bento Inácio foram indiciados por tortura contra o preso Samuel Cerqueira, que também estava na carceragem quando Gonçalves morreu. Por falso testemunho, foram indiciados Ribamar Pereira da Silva, José Ricardo Sant´Anna Mingozzi e Marcello Wander Monteiro. Walter Rui de Santana e Pontes (novamente indiciado) por falsidade ideológica e os delegados Marcelo Durval Soares e Luís Felipe Egger Magalhães, por omissão. "Antônio morreu de agressões sofridas, mas ninguém viu quem bateu nele porque os presos estavam isolados. Houve crime, mas não foi possível identificar a autoria", disse o delegado Paulo Iung, que presidiu as investigações. Um inquérito disciplinar, em fase de finalização, foi instaurado paralelamente ao policial para decidir se os agentes serão afastados definitivamente de seus cargos. O processo disciplinar será presidido por uma comissão formada por três delegados de fora do Rio, ainda não escolhidos. "Só depois da decisão administrativa e judicial é que os policiais serão afastados ou reintegrados, mas são processos independentes", disse o superintendente da Polícia Federal Marcelo Itagiba. Apesar disso, segundo ele, uma decisão pode influenciar a outra. "Dependendo da absolvição deles na Justiça, eles podem ser reintegrados". Por enquanto, os indiciados foram remanejados de suas funções, mas permanecem na Polícia Federal. Só depois do recesso da Justiça, que termina em 7 de janeiro, é que o Ministério Público pode oferecer denúncia contra os agentes. Antônio Gonçalves, Márcio Gomes e Samuel Cerqueira foram presos em 7 de setembro, suspeitos da morte do policial federal Gustavo Frederico Mayer.

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