Israel soltará 20 palestinas em troca de vídeo de militar


Por Reuters e JERUSALÉM

Em um inesperado acordo, o Hamas revelou que entregará na sexta-feira a Israel um vídeo com imagens de um soldado capturado em troca da libertação de 20 mulheres palestinas que se encontram em prisões israelenses. Se confirmado, o pacto será o primeiro sinal de diálogo entre os rivais desde a guerra na Faixa de Gaza, em janeiro, e a maior troca de prisioneiros em três anos.O militar israelense registrado no vídeo pelo Hamas seria o cabo Guilad Shalit, capturado em 2006 por militantes em uma emboscada na fronteira entre Israel e Gaza que deixou outros dois soldados mortos. Na época, o militar tinha 20 anos. O Hamas, que desde 2007 controla o território palestino, afirma que Shalit está vivo. Até agora, duas cartas escritas em 2006 e uma gravação de áudio foram as únicas provas de vida do militar. O Hamas nega a organizações humanitárias acesso a Shalit.Do lado palestino, o grupo islâmico não divulgou a lista de mulheres que deverão ser libertadas. O Hamas exige a soltura de mil militantes - entre eles vários que cometeram atentados com mortos em Israel - em troca de Shalit. O vídeo do refém, afirmam líderes palestinos, tem um minuto de duração.O acordo entre o governo de Binyamin "Bibi" Netanyahu e o Hamas teria sido alcançado sob mediação alemã. Inicialmente, funcionários de Berlim teriam solicitado informações sobre o estado de saúde de Shalit. Em resposta, o Hamas afirmou que "nada é de graça". Em seguida, iniciaram-se as negociações com o governo Bibi.

Em um inesperado acordo, o Hamas revelou que entregará na sexta-feira a Israel um vídeo com imagens de um soldado capturado em troca da libertação de 20 mulheres palestinas que se encontram em prisões israelenses. Se confirmado, o pacto será o primeiro sinal de diálogo entre os rivais desde a guerra na Faixa de Gaza, em janeiro, e a maior troca de prisioneiros em três anos.O militar israelense registrado no vídeo pelo Hamas seria o cabo Guilad Shalit, capturado em 2006 por militantes em uma emboscada na fronteira entre Israel e Gaza que deixou outros dois soldados mortos. Na época, o militar tinha 20 anos. O Hamas, que desde 2007 controla o território palestino, afirma que Shalit está vivo. Até agora, duas cartas escritas em 2006 e uma gravação de áudio foram as únicas provas de vida do militar. O Hamas nega a organizações humanitárias acesso a Shalit.Do lado palestino, o grupo islâmico não divulgou a lista de mulheres que deverão ser libertadas. O Hamas exige a soltura de mil militantes - entre eles vários que cometeram atentados com mortos em Israel - em troca de Shalit. O vídeo do refém, afirmam líderes palestinos, tem um minuto de duração.O acordo entre o governo de Binyamin "Bibi" Netanyahu e o Hamas teria sido alcançado sob mediação alemã. Inicialmente, funcionários de Berlim teriam solicitado informações sobre o estado de saúde de Shalit. Em resposta, o Hamas afirmou que "nada é de graça". Em seguida, iniciaram-se as negociações com o governo Bibi.

Em um inesperado acordo, o Hamas revelou que entregará na sexta-feira a Israel um vídeo com imagens de um soldado capturado em troca da libertação de 20 mulheres palestinas que se encontram em prisões israelenses. Se confirmado, o pacto será o primeiro sinal de diálogo entre os rivais desde a guerra na Faixa de Gaza, em janeiro, e a maior troca de prisioneiros em três anos.O militar israelense registrado no vídeo pelo Hamas seria o cabo Guilad Shalit, capturado em 2006 por militantes em uma emboscada na fronteira entre Israel e Gaza que deixou outros dois soldados mortos. Na época, o militar tinha 20 anos. O Hamas, que desde 2007 controla o território palestino, afirma que Shalit está vivo. Até agora, duas cartas escritas em 2006 e uma gravação de áudio foram as únicas provas de vida do militar. O Hamas nega a organizações humanitárias acesso a Shalit.Do lado palestino, o grupo islâmico não divulgou a lista de mulheres que deverão ser libertadas. O Hamas exige a soltura de mil militantes - entre eles vários que cometeram atentados com mortos em Israel - em troca de Shalit. O vídeo do refém, afirmam líderes palestinos, tem um minuto de duração.O acordo entre o governo de Binyamin "Bibi" Netanyahu e o Hamas teria sido alcançado sob mediação alemã. Inicialmente, funcionários de Berlim teriam solicitado informações sobre o estado de saúde de Shalit. Em resposta, o Hamas afirmou que "nada é de graça". Em seguida, iniciaram-se as negociações com o governo Bibi.

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