Novos acordos levarão vacinas a crianças de países pobres


Por KATE KELLAND

O grupo internacional de imunizações Gavi informou na terça-feira que fechou mais de 50 acordos para financiar a produção de vacinas infantis em 37 países em desenvolvimento. A Aliança Global para Vacinas e Imunizações (Gavi), com sede em Genebra, afirmou que os acordos -- que ajudarão a fornecer vacinas contra o rotavírus e pneumonia, entre outras, para crianças de até 5 anos -- são um grande passo na luta contra as duas principais causas de morte infantil: diarreia e pneumonia. As vacinas contra o rotavírus, produzidas por empresas como GlaxoSmithKline, Merck e Sanofi-Aventis, fazem parte do calendário de vacinas infantis em muitos países mais ricos. Estudos recentes dos EUA, da Austrália, de El Salvador e do México mostraram quedas no número de crianças ficando doentes em decorrência do vírus. Em 2009, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que todos os países deveriam incluir a vacina contra o rotavírus em seus programas de vacinação nacional. Muitos países mais pobres, porém têm dificuldade para adquiri-la. A Gavi afirmou que a distribuição de vacinas para o rotavírus na África já começou no Sudão. Os acordos de terça-feira indicam que haverá financiamento disponível para que essas vacinas sejam levadas a crianças em mais 12 países africanos. A Gavi disse que também acertou o financiamento para que outros 18 países -- 12 deles situados na África -- introduzam vacinas do pneumococco e outros países adotem outros tipos de imunizações, incluindo para meningite, sarampo e vacinas pentavalentes. O rotavírus é a principal causa de diarreia grave em crianças abaixo de 5 anos, matando mais de 500 mil meninos e meninas anualmente em todo o mundo e provocando doença em outros milhões. Quase 50 por cento de todas as mortes causadas por rotavírus ocorrem na África. A doença pneumocócica causa pneumonia, meningite e sepse. Além disso, mata mais de 500 mil crianças por ano no mundo, a grande maioria delas na África e na Ásia. "Essas novas vacinas evitarão que milhões de crianças morram de pneumonia e diarreia", disse Anthony Lake, diretor-executivo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O grupo internacional de imunizações Gavi informou na terça-feira que fechou mais de 50 acordos para financiar a produção de vacinas infantis em 37 países em desenvolvimento. A Aliança Global para Vacinas e Imunizações (Gavi), com sede em Genebra, afirmou que os acordos -- que ajudarão a fornecer vacinas contra o rotavírus e pneumonia, entre outras, para crianças de até 5 anos -- são um grande passo na luta contra as duas principais causas de morte infantil: diarreia e pneumonia. As vacinas contra o rotavírus, produzidas por empresas como GlaxoSmithKline, Merck e Sanofi-Aventis, fazem parte do calendário de vacinas infantis em muitos países mais ricos. Estudos recentes dos EUA, da Austrália, de El Salvador e do México mostraram quedas no número de crianças ficando doentes em decorrência do vírus. Em 2009, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que todos os países deveriam incluir a vacina contra o rotavírus em seus programas de vacinação nacional. Muitos países mais pobres, porém têm dificuldade para adquiri-la. A Gavi afirmou que a distribuição de vacinas para o rotavírus na África já começou no Sudão. Os acordos de terça-feira indicam que haverá financiamento disponível para que essas vacinas sejam levadas a crianças em mais 12 países africanos. A Gavi disse que também acertou o financiamento para que outros 18 países -- 12 deles situados na África -- introduzam vacinas do pneumococco e outros países adotem outros tipos de imunizações, incluindo para meningite, sarampo e vacinas pentavalentes. O rotavírus é a principal causa de diarreia grave em crianças abaixo de 5 anos, matando mais de 500 mil meninos e meninas anualmente em todo o mundo e provocando doença em outros milhões. Quase 50 por cento de todas as mortes causadas por rotavírus ocorrem na África. A doença pneumocócica causa pneumonia, meningite e sepse. Além disso, mata mais de 500 mil crianças por ano no mundo, a grande maioria delas na África e na Ásia. "Essas novas vacinas evitarão que milhões de crianças morram de pneumonia e diarreia", disse Anthony Lake, diretor-executivo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O grupo internacional de imunizações Gavi informou na terça-feira que fechou mais de 50 acordos para financiar a produção de vacinas infantis em 37 países em desenvolvimento. A Aliança Global para Vacinas e Imunizações (Gavi), com sede em Genebra, afirmou que os acordos -- que ajudarão a fornecer vacinas contra o rotavírus e pneumonia, entre outras, para crianças de até 5 anos -- são um grande passo na luta contra as duas principais causas de morte infantil: diarreia e pneumonia. As vacinas contra o rotavírus, produzidas por empresas como GlaxoSmithKline, Merck e Sanofi-Aventis, fazem parte do calendário de vacinas infantis em muitos países mais ricos. Estudos recentes dos EUA, da Austrália, de El Salvador e do México mostraram quedas no número de crianças ficando doentes em decorrência do vírus. Em 2009, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que todos os países deveriam incluir a vacina contra o rotavírus em seus programas de vacinação nacional. Muitos países mais pobres, porém têm dificuldade para adquiri-la. A Gavi afirmou que a distribuição de vacinas para o rotavírus na África já começou no Sudão. Os acordos de terça-feira indicam que haverá financiamento disponível para que essas vacinas sejam levadas a crianças em mais 12 países africanos. A Gavi disse que também acertou o financiamento para que outros 18 países -- 12 deles situados na África -- introduzam vacinas do pneumococco e outros países adotem outros tipos de imunizações, incluindo para meningite, sarampo e vacinas pentavalentes. O rotavírus é a principal causa de diarreia grave em crianças abaixo de 5 anos, matando mais de 500 mil meninos e meninas anualmente em todo o mundo e provocando doença em outros milhões. Quase 50 por cento de todas as mortes causadas por rotavírus ocorrem na África. A doença pneumocócica causa pneumonia, meningite e sepse. Além disso, mata mais de 500 mil crianças por ano no mundo, a grande maioria delas na África e na Ásia. "Essas novas vacinas evitarão que milhões de crianças morram de pneumonia e diarreia", disse Anthony Lake, diretor-executivo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

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