Prefeitos pedem rapidez no assentamento de famílias em MG


Gestores de 7 cidades mineiras se reuniram para fazer balanço da situação na região 25 dias após o rompimento de barragem

Por Bruno Ribeiro

MARIANA (MG) - Prefeitos de sete cidades mineiras atingidas pela enxurrada de lama da mineradora Samarco estiveram reunidos na manhã desta segunda-feira, 30, em Mariana (MG) para discutir ações conjuntas e fazer um balanço da situação na região 25 dias após o rompimento de uma barragem. 

Eles pretendem acelerar o processo de assentamento das famílias desalojadas nos distritos atingidos diretamente pelo lamaçal. 

Na parte da tarde, uma comissão de autoridades e moradores foi recebida na sede da mineradora, e fez pedido de que ao menos 10 famílias sejam retirada dos hotéis e colocada em casas de aluguel.

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Em Mariana, hotéis que estão hospedando os desabrigados receberam pagamento nesta segunda-feira. Na sexta, a empresa havia dito que suspenderia pagamento a fornecedores e funcionários por causa do bloqueio de contas da empresa. 

O promotor Guilherme Meneghin, da Vara de Direitos Humanos da cidade, entretanto, disse que a mineradora ainda não fez o depósito para completar os R$ 300 milhões que a Justiça bloqueou das contas da Samarco. O promotor afirmou que vai cobrar das donas da Samarco, a Vale e a australiana BHP, caso a empresa não cumpra a decisão judicial.

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O rompimento da barragem da Samarco em Mariana é a maior fatalidade da história brasileira, mas não é a primeira. Relembre outros casos.

MARIANA (MG) - Prefeitos de sete cidades mineiras atingidas pela enxurrada de lama da mineradora Samarco estiveram reunidos na manhã desta segunda-feira, 30, em Mariana (MG) para discutir ações conjuntas e fazer um balanço da situação na região 25 dias após o rompimento de uma barragem. 

Eles pretendem acelerar o processo de assentamento das famílias desalojadas nos distritos atingidos diretamente pelo lamaçal. 

Na parte da tarde, uma comissão de autoridades e moradores foi recebida na sede da mineradora, e fez pedido de que ao menos 10 famílias sejam retirada dos hotéis e colocada em casas de aluguel.

Em Mariana, hotéis que estão hospedando os desabrigados receberam pagamento nesta segunda-feira. Na sexta, a empresa havia dito que suspenderia pagamento a fornecedores e funcionários por causa do bloqueio de contas da empresa. 

O promotor Guilherme Meneghin, da Vara de Direitos Humanos da cidade, entretanto, disse que a mineradora ainda não fez o depósito para completar os R$ 300 milhões que a Justiça bloqueou das contas da Samarco. O promotor afirmou que vai cobrar das donas da Samarco, a Vale e a australiana BHP, caso a empresa não cumpra a decisão judicial.

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O rompimento da barragem da Samarco em Mariana é a maior fatalidade da história brasileira, mas não é a primeira. Relembre outros casos.

MARIANA (MG) - Prefeitos de sete cidades mineiras atingidas pela enxurrada de lama da mineradora Samarco estiveram reunidos na manhã desta segunda-feira, 30, em Mariana (MG) para discutir ações conjuntas e fazer um balanço da situação na região 25 dias após o rompimento de uma barragem. 

Eles pretendem acelerar o processo de assentamento das famílias desalojadas nos distritos atingidos diretamente pelo lamaçal. 

Na parte da tarde, uma comissão de autoridades e moradores foi recebida na sede da mineradora, e fez pedido de que ao menos 10 famílias sejam retirada dos hotéis e colocada em casas de aluguel.

Em Mariana, hotéis que estão hospedando os desabrigados receberam pagamento nesta segunda-feira. Na sexta, a empresa havia dito que suspenderia pagamento a fornecedores e funcionários por causa do bloqueio de contas da empresa. 

O promotor Guilherme Meneghin, da Vara de Direitos Humanos da cidade, entretanto, disse que a mineradora ainda não fez o depósito para completar os R$ 300 milhões que a Justiça bloqueou das contas da Samarco. O promotor afirmou que vai cobrar das donas da Samarco, a Vale e a australiana BHP, caso a empresa não cumpra a decisão judicial.

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O rompimento da barragem da Samarco em Mariana é a maior fatalidade da história brasileira, mas não é a primeira. Relembre outros casos.

MARIANA (MG) - Prefeitos de sete cidades mineiras atingidas pela enxurrada de lama da mineradora Samarco estiveram reunidos na manhã desta segunda-feira, 30, em Mariana (MG) para discutir ações conjuntas e fazer um balanço da situação na região 25 dias após o rompimento de uma barragem. 

Eles pretendem acelerar o processo de assentamento das famílias desalojadas nos distritos atingidos diretamente pelo lamaçal. 

Na parte da tarde, uma comissão de autoridades e moradores foi recebida na sede da mineradora, e fez pedido de que ao menos 10 famílias sejam retirada dos hotéis e colocada em casas de aluguel.

Em Mariana, hotéis que estão hospedando os desabrigados receberam pagamento nesta segunda-feira. Na sexta, a empresa havia dito que suspenderia pagamento a fornecedores e funcionários por causa do bloqueio de contas da empresa. 

O promotor Guilherme Meneghin, da Vara de Direitos Humanos da cidade, entretanto, disse que a mineradora ainda não fez o depósito para completar os R$ 300 milhões que a Justiça bloqueou das contas da Samarco. O promotor afirmou que vai cobrar das donas da Samarco, a Vale e a australiana BHP, caso a empresa não cumpra a decisão judicial.

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