Atos marcam 1 mês das mortes de Marielle e Anderson


No Rio, desde as primeiras horas da manhã, uma manifestação em memória da vereadora e do motorista ocorre no Largo do Machado. Freixo diz acreditar na capacidade investigativa da polícia

Por Daniela Amorim (Broadcast) e Renata Batista

RIO - Ainda sem resposta para a pergunta “Quem mandou matar Marielle?”, manifestantes fizeram atos neste sábado, 14, tanto no Largo do Machado, na zona sul do Rio, quanto nos arcos da Lapa, no Centro, para marcar um mês do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Manifestações também aconteceram em outras cidades.

Marielle e Anderson foram executados há exatamente um mês, no Estácio, na região central. Até este sábado, a Polícia não encontrou os assassinos e tem mantido as investigações sob rigoroso sigilo. No protesto desta noite,  o maior do dia realizado em memória das vítimas, políticos, parentes e manifestantes exigiram, com cartazes e palavras de ordem, apuração rigorosa do crime, que por ora permanece sem respostas.

+ 'Quem matou e quem mandou matar Marielle?'

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Ainda sem resposta para a pergunta “Quem mandou matar Marielle?”, manifestantes fizeram um ato no amanhecer deste sábado, 14, no Largo do Machado Foto: WILTON JUNIOR / ESTAD?O

O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), presente ao ato, disse que o assassinato é um dos crimes mais complexos do Rio. "Vamos cobrar que o Estado não pare. Temos respeito pelo trabalho da Delegacia de Homicídios. Somos contra a federalização (das investigações). Precisamos apoiar, mas precisamos acreditar que estão investigando" disse.

Para o deputado, o “Amanhecer por Marielle” é a forma de responder à violência mostrando que a luta da vereadora cresceu após o crime. “Nossa resposta é a do afeto. Queremos justiça e não vingança”, completou.

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Manifestação relembra assassinato de Marielle Franco, um mês após o crime

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Um mês sem Marielle

Foto: Wilton Junior/Estadão
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Foto: AP Photo/Leo Correa
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Foto: EFE/Antonio Lacerda
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Foto: Wilton Junior/Estadão

“No momento em que os políticos enfrentam uma grande rejeição, uma execução como essa bagunça a cabeça de todo mundo", disse o vereador Tarcísio Motta (PSOL). Ele ressaltou que o assassinato deu visibilidade às causas da vereadora, que atuava no campo dos direitos humanos e foi a quinta mais votada nas últimas eleições no Rio. "É muito triste que as pessoas tenham conhecido Marielle em um momento como esse.”

No protesto desta noite nos arcos da Lapa,  o maior do dia realizado em memória de Marielle e Anderson, políticos, parentes e manifestantes exigiram, com cartazes e palavras de ordem, apuração rigorosa do crime, que por ora permanece sem respostas. Uma missa também foi foi celebrada no centro do Rio em memória de Marielle.

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SÃO PAULO

Na capital paulista, um ato foi realizado no final deste sábado no Masp. Organizada pelo coletivo Contra o Genocídio Negro, a manifestação teve início por volta das 16 horas e previa uma caminhada pela Avenida Paulista, que seguiria até o Largo do Paiçandu, na região central da cidade. Os manifestantes fizeram discursos na frente do Masp.

Mais cedo, outro ato foi feito na Praça do Forró, em São Miguel Paulista, na zona leste da capital. Um grupo escreveu o nome de Marielle e do motorista Anderson Gomes com tecidos coloridos.

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INVESTIGAÇÕES

A família de Marielle Franco deve se reunir com a polícia na segunda-feira, 16, para ter informações sobre o caso. A irmã da vereadora, Anielle Franco, disse que é importante fazer justiça. E reafirmou que a família precisa ser informada sobre os rumos da investigação.

Marcelo Freixo lembrou que o assassinato da juíza Patrícia Acioly, que tinha muito mais indícios para pautar a linha de investigação, foi elucidado em dois meses. “Quanto mais sigilosa for a investigação, melhor. Mas é importante ter um diálogo permanente entre a chefia da polícia e a família, até para que eles possam ter mais tranquilidade de que o crime será desvendado”, afirmou Freixo, que disse se reunir constantemente com a polícia e acompanha o caso. /COLABOROU PAULA FELIX

RIO - Ainda sem resposta para a pergunta “Quem mandou matar Marielle?”, manifestantes fizeram atos neste sábado, 14, tanto no Largo do Machado, na zona sul do Rio, quanto nos arcos da Lapa, no Centro, para marcar um mês do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Manifestações também aconteceram em outras cidades.

Marielle e Anderson foram executados há exatamente um mês, no Estácio, na região central. Até este sábado, a Polícia não encontrou os assassinos e tem mantido as investigações sob rigoroso sigilo. No protesto desta noite,  o maior do dia realizado em memória das vítimas, políticos, parentes e manifestantes exigiram, com cartazes e palavras de ordem, apuração rigorosa do crime, que por ora permanece sem respostas.

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Ainda sem resposta para a pergunta “Quem mandou matar Marielle?”, manifestantes fizeram um ato no amanhecer deste sábado, 14, no Largo do Machado Foto: WILTON JUNIOR / ESTAD?O

O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), presente ao ato, disse que o assassinato é um dos crimes mais complexos do Rio. "Vamos cobrar que o Estado não pare. Temos respeito pelo trabalho da Delegacia de Homicídios. Somos contra a federalização (das investigações). Precisamos apoiar, mas precisamos acreditar que estão investigando" disse.

Para o deputado, o “Amanhecer por Marielle” é a forma de responder à violência mostrando que a luta da vereadora cresceu após o crime. “Nossa resposta é a do afeto. Queremos justiça e não vingança”, completou.

Manifestação relembra assassinato de Marielle Franco, um mês após o crime

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“No momento em que os políticos enfrentam uma grande rejeição, uma execução como essa bagunça a cabeça de todo mundo", disse o vereador Tarcísio Motta (PSOL). Ele ressaltou que o assassinato deu visibilidade às causas da vereadora, que atuava no campo dos direitos humanos e foi a quinta mais votada nas últimas eleições no Rio. "É muito triste que as pessoas tenham conhecido Marielle em um momento como esse.”

No protesto desta noite nos arcos da Lapa,  o maior do dia realizado em memória de Marielle e Anderson, políticos, parentes e manifestantes exigiram, com cartazes e palavras de ordem, apuração rigorosa do crime, que por ora permanece sem respostas. Uma missa também foi foi celebrada no centro do Rio em memória de Marielle.

SÃO PAULO

Na capital paulista, um ato foi realizado no final deste sábado no Masp. Organizada pelo coletivo Contra o Genocídio Negro, a manifestação teve início por volta das 16 horas e previa uma caminhada pela Avenida Paulista, que seguiria até o Largo do Paiçandu, na região central da cidade. Os manifestantes fizeram discursos na frente do Masp.

Mais cedo, outro ato foi feito na Praça do Forró, em São Miguel Paulista, na zona leste da capital. Um grupo escreveu o nome de Marielle e do motorista Anderson Gomes com tecidos coloridos.

INVESTIGAÇÕES

A família de Marielle Franco deve se reunir com a polícia na segunda-feira, 16, para ter informações sobre o caso. A irmã da vereadora, Anielle Franco, disse que é importante fazer justiça. E reafirmou que a família precisa ser informada sobre os rumos da investigação.

Marcelo Freixo lembrou que o assassinato da juíza Patrícia Acioly, que tinha muito mais indícios para pautar a linha de investigação, foi elucidado em dois meses. “Quanto mais sigilosa for a investigação, melhor. Mas é importante ter um diálogo permanente entre a chefia da polícia e a família, até para que eles possam ter mais tranquilidade de que o crime será desvendado”, afirmou Freixo, que disse se reunir constantemente com a polícia e acompanha o caso. /COLABOROU PAULA FELIX

RIO - Ainda sem resposta para a pergunta “Quem mandou matar Marielle?”, manifestantes fizeram atos neste sábado, 14, tanto no Largo do Machado, na zona sul do Rio, quanto nos arcos da Lapa, no Centro, para marcar um mês do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Manifestações também aconteceram em outras cidades.

Marielle e Anderson foram executados há exatamente um mês, no Estácio, na região central. Até este sábado, a Polícia não encontrou os assassinos e tem mantido as investigações sob rigoroso sigilo. No protesto desta noite,  o maior do dia realizado em memória das vítimas, políticos, parentes e manifestantes exigiram, com cartazes e palavras de ordem, apuração rigorosa do crime, que por ora permanece sem respostas.

+ 'Quem matou e quem mandou matar Marielle?'

Ainda sem resposta para a pergunta “Quem mandou matar Marielle?”, manifestantes fizeram um ato no amanhecer deste sábado, 14, no Largo do Machado Foto: WILTON JUNIOR / ESTAD?O

O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), presente ao ato, disse que o assassinato é um dos crimes mais complexos do Rio. "Vamos cobrar que o Estado não pare. Temos respeito pelo trabalho da Delegacia de Homicídios. Somos contra a federalização (das investigações). Precisamos apoiar, mas precisamos acreditar que estão investigando" disse.

Para o deputado, o “Amanhecer por Marielle” é a forma de responder à violência mostrando que a luta da vereadora cresceu após o crime. “Nossa resposta é a do afeto. Queremos justiça e não vingança”, completou.

Manifestação relembra assassinato de Marielle Franco, um mês após o crime

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Um mês sem Marielle

Foto: Wilton Junior/Estadão

“No momento em que os políticos enfrentam uma grande rejeição, uma execução como essa bagunça a cabeça de todo mundo", disse o vereador Tarcísio Motta (PSOL). Ele ressaltou que o assassinato deu visibilidade às causas da vereadora, que atuava no campo dos direitos humanos e foi a quinta mais votada nas últimas eleições no Rio. "É muito triste que as pessoas tenham conhecido Marielle em um momento como esse.”

No protesto desta noite nos arcos da Lapa,  o maior do dia realizado em memória de Marielle e Anderson, políticos, parentes e manifestantes exigiram, com cartazes e palavras de ordem, apuração rigorosa do crime, que por ora permanece sem respostas. Uma missa também foi foi celebrada no centro do Rio em memória de Marielle.

SÃO PAULO

Na capital paulista, um ato foi realizado no final deste sábado no Masp. Organizada pelo coletivo Contra o Genocídio Negro, a manifestação teve início por volta das 16 horas e previa uma caminhada pela Avenida Paulista, que seguiria até o Largo do Paiçandu, na região central da cidade. Os manifestantes fizeram discursos na frente do Masp.

Mais cedo, outro ato foi feito na Praça do Forró, em São Miguel Paulista, na zona leste da capital. Um grupo escreveu o nome de Marielle e do motorista Anderson Gomes com tecidos coloridos.

INVESTIGAÇÕES

A família de Marielle Franco deve se reunir com a polícia na segunda-feira, 16, para ter informações sobre o caso. A irmã da vereadora, Anielle Franco, disse que é importante fazer justiça. E reafirmou que a família precisa ser informada sobre os rumos da investigação.

Marcelo Freixo lembrou que o assassinato da juíza Patrícia Acioly, que tinha muito mais indícios para pautar a linha de investigação, foi elucidado em dois meses. “Quanto mais sigilosa for a investigação, melhor. Mas é importante ter um diálogo permanente entre a chefia da polícia e a família, até para que eles possam ter mais tranquilidade de que o crime será desvendado”, afirmou Freixo, que disse se reunir constantemente com a polícia e acompanha o caso. /COLABOROU PAULA FELIX

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