Diversidade e Inclusão

Coronavírus: isolamento reforça importância da acessibilidade digital


CONTEÚDO ABERTO PARA NÃO-ASSINANTES: Pessoas em todo o mundo estão recolhidas dentro de casa e a internet se tornou a principal ferramenta para acesso a serviços, compras e notícias. Para a população com deficiência e os idosos, a falta de recursos assistivos nos websites cria barreiras de navegação que dificultam a prevenção e impedem a leitura de informações fundamentais sobre a pandemia. Brasil tem 14 milhões de páginas na internet, mas somente 0,7% com acessibilidade para pessoas com deficiências.

Por Luiz Alexandre Souza Ventura

Ouça essa reportagem com Audima no player acima ou acompanhe a tradução em Libras com Hand Talk no botão azul à esquerda.

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Descrição da imagem #pracegover: Foto distante de um computador e um smartphone sobre uma mesa de madeira. Crédito: blog Vencer Limites.  Foto: Estadão

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A recomendação é ficar em casa e manter a higiene constante. Para usar os serviços públicos, fazer compras, acompanhar as notícias e se manter bem informado sobre o avanço da pandemia do coronavírus, a internet é uma ferramenta fundamental.

Apesar da quantidade de informações diárias sobre o esforço mundial para conter a doença, há uma parcela do público que não consegue acompanhar as atualizações por conta própria. O motivo é a ausência de recursos de acessibilidade digital nos websites.

No Brasil, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), 57% dos cidadãos com deficiência usam com frequência a internet. Dados do World Wide Web Consortium Escritório Brasil (W3C Brasil) mostram que nosso País tem aproximadamente 14 milhões de websites, mas somente 100 mil com algum tipo de acessibilidade.

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Isso representa 0,7% de páginas que podem ser acessadas por pessoas com deficiência, principalmente deficiências severas, além dos indivíduos com pouca prática no uso da tecnologia, grupo no qual estão muitos idosos que vivem sozinhos.

Coronavírus: guia acessível em Libras e áudio com 18 informações fundamentais

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Em todo o mundo, são 1,8 bilhão de páginas na web. Em 2018, a quantidade de pessoas que acessaram a internet diariamente chegou a 3,5 bilhões, mais da metade da população no planeta.

Na situação atual, com o confinamento imposto pelas autoridades em vários países para impedir que o coronavírus se alastre e cause colapso nos sistemas de saúde e na economia, o número diário de internautas, provavelmente, aumentou bastante.

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De acordo com a empresa eSSENTIAL Accessibility, especializada em consultoria e serviços de acessibilidade digital, pessoas com deficiência movimentam em todo o mundo aproximadamente US$ 4 trilhões por ano. No Brasil, esse montante chega a R$ 22 bilhões.

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Na essência da acessibilidade digital

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Somente em nosso País, o setor de tecnologia assistiva faturou R$ 5,5 bilhões em 2017, segundo dados do Grupo Cipa Fiera Milano, responsável pela REATECH (Feira Internacional de Tecnologias de Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade).

Considerando o número de cidadãos brasileiros com deficiência e também pessoas com dislexia, daltonismo e idosos, a quantidade de usuários da internet que precisam da acessibilidade pode chegar a 30,2 milhões, conforme dados do IBGE (PNAD Contínua 2018).

Tudo na internet - Explicações detalhadas sobre a acessibilidade digital e sua importância para a inclusão socioeconômica estão disponíveis. O movimento Web Para Todos é um exemplo. A página do governo federal também tem informações sobre o tema.

reference

Mande mensagem, crítica ou sugestão para blogVencerLimites@gmail.com

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A recomendação é ficar em casa e manter a higiene constante. Para usar os serviços públicos, fazer compras, acompanhar as notícias e se manter bem informado sobre o avanço da pandemia do coronavírus, a internet é uma ferramenta fundamental.

Apesar da quantidade de informações diárias sobre o esforço mundial para conter a doença, há uma parcela do público que não consegue acompanhar as atualizações por conta própria. O motivo é a ausência de recursos de acessibilidade digital nos websites.

No Brasil, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), 57% dos cidadãos com deficiência usam com frequência a internet. Dados do World Wide Web Consortium Escritório Brasil (W3C Brasil) mostram que nosso País tem aproximadamente 14 milhões de websites, mas somente 100 mil com algum tipo de acessibilidade.

Isso representa 0,7% de páginas que podem ser acessadas por pessoas com deficiência, principalmente deficiências severas, além dos indivíduos com pouca prática no uso da tecnologia, grupo no qual estão muitos idosos que vivem sozinhos.

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Em todo o mundo, são 1,8 bilhão de páginas na web. Em 2018, a quantidade de pessoas que acessaram a internet diariamente chegou a 3,5 bilhões, mais da metade da população no planeta.

Na situação atual, com o confinamento imposto pelas autoridades em vários países para impedir que o coronavírus se alastre e cause colapso nos sistemas de saúde e na economia, o número diário de internautas, provavelmente, aumentou bastante.

De acordo com a empresa eSSENTIAL Accessibility, especializada em consultoria e serviços de acessibilidade digital, pessoas com deficiência movimentam em todo o mundo aproximadamente US$ 4 trilhões por ano. No Brasil, esse montante chega a R$ 22 bilhões.

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Considerando o número de cidadãos brasileiros com deficiência e também pessoas com dislexia, daltonismo e idosos, a quantidade de usuários da internet que precisam da acessibilidade pode chegar a 30,2 milhões, conforme dados do IBGE (PNAD Contínua 2018).

Tudo na internet - Explicações detalhadas sobre a acessibilidade digital e sua importância para a inclusão socioeconômica estão disponíveis. O movimento Web Para Todos é um exemplo. A página do governo federal também tem informações sobre o tema.

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A recomendação é ficar em casa e manter a higiene constante. Para usar os serviços públicos, fazer compras, acompanhar as notícias e se manter bem informado sobre o avanço da pandemia do coronavírus, a internet é uma ferramenta fundamental.

Apesar da quantidade de informações diárias sobre o esforço mundial para conter a doença, há uma parcela do público que não consegue acompanhar as atualizações por conta própria. O motivo é a ausência de recursos de acessibilidade digital nos websites.

No Brasil, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), 57% dos cidadãos com deficiência usam com frequência a internet. Dados do World Wide Web Consortium Escritório Brasil (W3C Brasil) mostram que nosso País tem aproximadamente 14 milhões de websites, mas somente 100 mil com algum tipo de acessibilidade.

Isso representa 0,7% de páginas que podem ser acessadas por pessoas com deficiência, principalmente deficiências severas, além dos indivíduos com pouca prática no uso da tecnologia, grupo no qual estão muitos idosos que vivem sozinhos.

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Em todo o mundo, são 1,8 bilhão de páginas na web. Em 2018, a quantidade de pessoas que acessaram a internet diariamente chegou a 3,5 bilhões, mais da metade da população no planeta.

Na situação atual, com o confinamento imposto pelas autoridades em vários países para impedir que o coronavírus se alastre e cause colapso nos sistemas de saúde e na economia, o número diário de internautas, provavelmente, aumentou bastante.

De acordo com a empresa eSSENTIAL Accessibility, especializada em consultoria e serviços de acessibilidade digital, pessoas com deficiência movimentam em todo o mundo aproximadamente US$ 4 trilhões por ano. No Brasil, esse montante chega a R$ 22 bilhões.

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Considerando o número de cidadãos brasileiros com deficiência e também pessoas com dislexia, daltonismo e idosos, a quantidade de usuários da internet que precisam da acessibilidade pode chegar a 30,2 milhões, conforme dados do IBGE (PNAD Contínua 2018).

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Apesar da quantidade de informações diárias sobre o esforço mundial para conter a doença, há uma parcela do público que não consegue acompanhar as atualizações por conta própria. O motivo é a ausência de recursos de acessibilidade digital nos websites.

No Brasil, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), 57% dos cidadãos com deficiência usam com frequência a internet. Dados do World Wide Web Consortium Escritório Brasil (W3C Brasil) mostram que nosso País tem aproximadamente 14 milhões de websites, mas somente 100 mil com algum tipo de acessibilidade.

Isso representa 0,7% de páginas que podem ser acessadas por pessoas com deficiência, principalmente deficiências severas, além dos indivíduos com pouca prática no uso da tecnologia, grupo no qual estão muitos idosos que vivem sozinhos.

Coronavírus: guia acessível em Libras e áudio com 18 informações fundamentais

Em todo o mundo, são 1,8 bilhão de páginas na web. Em 2018, a quantidade de pessoas que acessaram a internet diariamente chegou a 3,5 bilhões, mais da metade da população no planeta.

Na situação atual, com o confinamento imposto pelas autoridades em vários países para impedir que o coronavírus se alastre e cause colapso nos sistemas de saúde e na economia, o número diário de internautas, provavelmente, aumentou bastante.

De acordo com a empresa eSSENTIAL Accessibility, especializada em consultoria e serviços de acessibilidade digital, pessoas com deficiência movimentam em todo o mundo aproximadamente US$ 4 trilhões por ano. No Brasil, esse montante chega a R$ 22 bilhões.

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Considerando o número de cidadãos brasileiros com deficiência e também pessoas com dislexia, daltonismo e idosos, a quantidade de usuários da internet que precisam da acessibilidade pode chegar a 30,2 milhões, conforme dados do IBGE (PNAD Contínua 2018).

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