Educadora questiona sexualidade de aluno e é afastada


Como a acusada é concursada, ela continuará como professora da rede

Por MARCELA GONSALVES

A Secretaria de Educação da Bahia decidiu exonerar a vice-diretora de uma escola que repreendeu um aluno após flagrá-lo passando a mão na cabeça de um colega. Ela teria tirado o menino da sala da aula e feito perguntas sobre sua preferência sexual, atitude considerada preconceituosa pela secretaria.A vice-diretora também enviou uma carta à mãe do aluno para informá-la do ocorrido e na qual questiona novamente a preferência sexual do menino. A mãe do rapaz compareceu pessoalmente à Secretaria de Educação para registrar o caso. Como a acusada é concursada, ela continuará como professora da rede, apesar de perder seu cargo na diretoria.

A Secretaria de Educação da Bahia decidiu exonerar a vice-diretora de uma escola que repreendeu um aluno após flagrá-lo passando a mão na cabeça de um colega. Ela teria tirado o menino da sala da aula e feito perguntas sobre sua preferência sexual, atitude considerada preconceituosa pela secretaria.A vice-diretora também enviou uma carta à mãe do aluno para informá-la do ocorrido e na qual questiona novamente a preferência sexual do menino. A mãe do rapaz compareceu pessoalmente à Secretaria de Educação para registrar o caso. Como a acusada é concursada, ela continuará como professora da rede, apesar de perder seu cargo na diretoria.

A Secretaria de Educação da Bahia decidiu exonerar a vice-diretora de uma escola que repreendeu um aluno após flagrá-lo passando a mão na cabeça de um colega. Ela teria tirado o menino da sala da aula e feito perguntas sobre sua preferência sexual, atitude considerada preconceituosa pela secretaria.A vice-diretora também enviou uma carta à mãe do aluno para informá-la do ocorrido e na qual questiona novamente a preferência sexual do menino. A mãe do rapaz compareceu pessoalmente à Secretaria de Educação para registrar o caso. Como a acusada é concursada, ela continuará como professora da rede, apesar de perder seu cargo na diretoria.

A Secretaria de Educação da Bahia decidiu exonerar a vice-diretora de uma escola que repreendeu um aluno após flagrá-lo passando a mão na cabeça de um colega. Ela teria tirado o menino da sala da aula e feito perguntas sobre sua preferência sexual, atitude considerada preconceituosa pela secretaria.A vice-diretora também enviou uma carta à mãe do aluno para informá-la do ocorrido e na qual questiona novamente a preferência sexual do menino. A mãe do rapaz compareceu pessoalmente à Secretaria de Educação para registrar o caso. Como a acusada é concursada, ela continuará como professora da rede, apesar de perder seu cargo na diretoria.

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