Polícia recupera 1,2 mil artefatos pré-colombianos no Chile


Entre peças, encontradas com colecionadores, estão pontas de lanças, bacias ornamentais e objetos rituais

Por Ansa

Mais de 1,2 mil artefatos de culturas pré-colombianas que se desenvolveram entre os anos 0 e 1.000 d.C. foram apreendidos em mãos de colecionadores que os compraram de "huaqueros", saqueadores de tumbas.   Entre os objetos recuperados há pontas de lanças, bacias ornamentais, louças e objetos rituais, explicou Oscar Acuña, secretário-executivo do Conselho de Monumentos.   Os proprietários das peças arqueológicas vivem em Huasco, 700 quilômetros ao norte de Santiago, e foram processados pelo Ministério Público. Eles estão colaborando na localização dos "huaqueros" que comercializaram as peças.   Acuña informou que uma das peças mais importantes é um arpão com cabo de madeira e um tubo de cacto para guardar agulhas. "São peças muito difíceis de encontrar porque são as mais marcadas pela passagem do tempo", disse.   Os envolvidos nesse tipo de delito podem ser condenados a cinco anos de prisão e multas que chegam ao equivalente a cerca de R$ 56 mil.

Mais de 1,2 mil artefatos de culturas pré-colombianas que se desenvolveram entre os anos 0 e 1.000 d.C. foram apreendidos em mãos de colecionadores que os compraram de "huaqueros", saqueadores de tumbas.   Entre os objetos recuperados há pontas de lanças, bacias ornamentais, louças e objetos rituais, explicou Oscar Acuña, secretário-executivo do Conselho de Monumentos.   Os proprietários das peças arqueológicas vivem em Huasco, 700 quilômetros ao norte de Santiago, e foram processados pelo Ministério Público. Eles estão colaborando na localização dos "huaqueros" que comercializaram as peças.   Acuña informou que uma das peças mais importantes é um arpão com cabo de madeira e um tubo de cacto para guardar agulhas. "São peças muito difíceis de encontrar porque são as mais marcadas pela passagem do tempo", disse.   Os envolvidos nesse tipo de delito podem ser condenados a cinco anos de prisão e multas que chegam ao equivalente a cerca de R$ 56 mil.

Mais de 1,2 mil artefatos de culturas pré-colombianas que se desenvolveram entre os anos 0 e 1.000 d.C. foram apreendidos em mãos de colecionadores que os compraram de "huaqueros", saqueadores de tumbas.   Entre os objetos recuperados há pontas de lanças, bacias ornamentais, louças e objetos rituais, explicou Oscar Acuña, secretário-executivo do Conselho de Monumentos.   Os proprietários das peças arqueológicas vivem em Huasco, 700 quilômetros ao norte de Santiago, e foram processados pelo Ministério Público. Eles estão colaborando na localização dos "huaqueros" que comercializaram as peças.   Acuña informou que uma das peças mais importantes é um arpão com cabo de madeira e um tubo de cacto para guardar agulhas. "São peças muito difíceis de encontrar porque são as mais marcadas pela passagem do tempo", disse.   Os envolvidos nesse tipo de delito podem ser condenados a cinco anos de prisão e multas que chegam ao equivalente a cerca de R$ 56 mil.

Mais de 1,2 mil artefatos de culturas pré-colombianas que se desenvolveram entre os anos 0 e 1.000 d.C. foram apreendidos em mãos de colecionadores que os compraram de "huaqueros", saqueadores de tumbas.   Entre os objetos recuperados há pontas de lanças, bacias ornamentais, louças e objetos rituais, explicou Oscar Acuña, secretário-executivo do Conselho de Monumentos.   Os proprietários das peças arqueológicas vivem em Huasco, 700 quilômetros ao norte de Santiago, e foram processados pelo Ministério Público. Eles estão colaborando na localização dos "huaqueros" que comercializaram as peças.   Acuña informou que uma das peças mais importantes é um arpão com cabo de madeira e um tubo de cacto para guardar agulhas. "São peças muito difíceis de encontrar porque são as mais marcadas pela passagem do tempo", disse.   Os envolvidos nesse tipo de delito podem ser condenados a cinco anos de prisão e multas que chegam ao equivalente a cerca de R$ 56 mil.

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