Arco termina sem grandes negócios


Por AE

A feira internacional de arte contemporânea Arco terminou ontem, em Madri, sob um clima de "otimismo realista e nada ingênuo". A opinião é do diretor Carlos Urroz. Segundo ele, as cifras negociadas durante os cinco dias de feira não se comparam a anos anteriores mas, em momento de crise, "até que foram satisfatórias". Cerca de 215 galeristas participaram da Arco, exibindo obras de mais de 3 mil artistas. "Todos contribuíram para a seriedade da Arco, cujo projeto prevê mais na qualidade que na quantidade", disse Urroz. Como exemplo, ele lembrou do trabalho de Antoni Tàpies, recentemente falecido, um dos maiores sucessos da feira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A feira internacional de arte contemporânea Arco terminou ontem, em Madri, sob um clima de "otimismo realista e nada ingênuo". A opinião é do diretor Carlos Urroz. Segundo ele, as cifras negociadas durante os cinco dias de feira não se comparam a anos anteriores mas, em momento de crise, "até que foram satisfatórias". Cerca de 215 galeristas participaram da Arco, exibindo obras de mais de 3 mil artistas. "Todos contribuíram para a seriedade da Arco, cujo projeto prevê mais na qualidade que na quantidade", disse Urroz. Como exemplo, ele lembrou do trabalho de Antoni Tàpies, recentemente falecido, um dos maiores sucessos da feira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A feira internacional de arte contemporânea Arco terminou ontem, em Madri, sob um clima de "otimismo realista e nada ingênuo". A opinião é do diretor Carlos Urroz. Segundo ele, as cifras negociadas durante os cinco dias de feira não se comparam a anos anteriores mas, em momento de crise, "até que foram satisfatórias". Cerca de 215 galeristas participaram da Arco, exibindo obras de mais de 3 mil artistas. "Todos contribuíram para a seriedade da Arco, cujo projeto prevê mais na qualidade que na quantidade", disse Urroz. Como exemplo, ele lembrou do trabalho de Antoni Tàpies, recentemente falecido, um dos maiores sucessos da feira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A feira internacional de arte contemporânea Arco terminou ontem, em Madri, sob um clima de "otimismo realista e nada ingênuo". A opinião é do diretor Carlos Urroz. Segundo ele, as cifras negociadas durante os cinco dias de feira não se comparam a anos anteriores mas, em momento de crise, "até que foram satisfatórias". Cerca de 215 galeristas participaram da Arco, exibindo obras de mais de 3 mil artistas. "Todos contribuíram para a seriedade da Arco, cujo projeto prevê mais na qualidade que na quantidade", disse Urroz. Como exemplo, ele lembrou do trabalho de Antoni Tàpies, recentemente falecido, um dos maiores sucessos da feira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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