'O Que as Mulheres Querem' e 'Pixels' são os destaques dessa semana no cinema


Há opções de filmes para todos os gostos; escolha o seu

Por Luiz Carlos Merten

Aliyah, de Elie Wajeman Homenageado no recente Festival Varilux, o ator Pio Marmai faz judeu que deixa Paris e retorna a Israel não por motivos religiosos, ou motivado pelo pertencimento - a necessidade de retomar as origens. Desligado da tradição e com o pé na marginalidade, ele aceita o convite do primo para montar um restaurante. E agora tem de romper com o mundo velho e ingressar no mundo novo. Muito bem interpretado (por Marmai, Adele Haenel e Cédric Khan), e com boas observações humanas e sociais, um filme que vale ver.  

A Forca, de Travis Cluff e Chris Loifing A publicidade promete - o novo nome do terror é Charlie, que enforca suas vítimas num clima de sadismo e crueldade. E tudo se passa no meio do teatro. Grupo reencena peça que, no passado, foi interrompida pelos assassinatos de todo o elenco. Agora, na remontagem, as mortes voltam a ocorrer. Além do décor do teatro, a dupla de diretores força o tom documentário. Os personagens têm os nomes dos atores, se é que isso significa alguma coisa. O trailer é bem impressionante e promete emoções violentas.  

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Campo de Jogo, de Eryk Rocha Filho de Glauber - "Meu pai é pai do cinema brasileiro" -, Eryk pensa o Brasil, seu futebol e o cinema, e concentra tudo isso num campo de várzea, no Rio. Ali perto está o Maracanã, e o letreiro informa que foi cenário da final da Copa do Mundo da Fifa. No campo de Eryk, ocorre outra final - a de um campeonato de comunidades. O jogo vai para os pênaltis. Com música de percussão, e excertos de Villa-Lobos, Wagner e da Callas, o diretor cria um ensaio poético e mostra que se pode fazer épico sem super-heróis, ou com heróis anônimos. Acredite - esse será um dos grandes filmes do ano.  

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Gerônimo, de Tony Gatlif Cineasta militante, Gatlif vale-se do mito (Romeu e Julieta) para contar uma história de tensões sociais e culturais na França contemporânea. Uma educadora tenta ajudar jovem casal cujo amor é impossível no quadro das disputas étnicas entre ciganos e turcos. Um filme sem heróis nem vilões e com um olhar acurado para as diferenças.   

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Aliyah, de Elie Wajeman Homenageado no recente Festival Varilux, o ator Pio Marmai faz judeu que deixa Paris e retorna a Israel não por motivos religiosos, ou motivado pelo pertencimento - a necessidade de retomar as origens. Desligado da tradição e com o pé na marginalidade, ele aceita o convite do primo para montar um restaurante. E agora tem de romper com o mundo velho e ingressar no mundo novo. Muito bem interpretado (por Marmai, Adele Haenel e Cédric Khan), e com boas observações humanas e sociais, um filme que vale ver.  

A Forca, de Travis Cluff e Chris Loifing A publicidade promete - o novo nome do terror é Charlie, que enforca suas vítimas num clima de sadismo e crueldade. E tudo se passa no meio do teatro. Grupo reencena peça que, no passado, foi interrompida pelos assassinatos de todo o elenco. Agora, na remontagem, as mortes voltam a ocorrer. Além do décor do teatro, a dupla de diretores força o tom documentário. Os personagens têm os nomes dos atores, se é que isso significa alguma coisa. O trailer é bem impressionante e promete emoções violentas.  

Campo de Jogo, de Eryk Rocha Filho de Glauber - "Meu pai é pai do cinema brasileiro" -, Eryk pensa o Brasil, seu futebol e o cinema, e concentra tudo isso num campo de várzea, no Rio. Ali perto está o Maracanã, e o letreiro informa que foi cenário da final da Copa do Mundo da Fifa. No campo de Eryk, ocorre outra final - a de um campeonato de comunidades. O jogo vai para os pênaltis. Com música de percussão, e excertos de Villa-Lobos, Wagner e da Callas, o diretor cria um ensaio poético e mostra que se pode fazer épico sem super-heróis, ou com heróis anônimos. Acredite - esse será um dos grandes filmes do ano.  

Gerônimo, de Tony Gatlif Cineasta militante, Gatlif vale-se do mito (Romeu e Julieta) para contar uma história de tensões sociais e culturais na França contemporânea. Uma educadora tenta ajudar jovem casal cujo amor é impossível no quadro das disputas étnicas entre ciganos e turcos. Um filme sem heróis nem vilões e com um olhar acurado para as diferenças.   

Aliyah, de Elie Wajeman Homenageado no recente Festival Varilux, o ator Pio Marmai faz judeu que deixa Paris e retorna a Israel não por motivos religiosos, ou motivado pelo pertencimento - a necessidade de retomar as origens. Desligado da tradição e com o pé na marginalidade, ele aceita o convite do primo para montar um restaurante. E agora tem de romper com o mundo velho e ingressar no mundo novo. Muito bem interpretado (por Marmai, Adele Haenel e Cédric Khan), e com boas observações humanas e sociais, um filme que vale ver.  

A Forca, de Travis Cluff e Chris Loifing A publicidade promete - o novo nome do terror é Charlie, que enforca suas vítimas num clima de sadismo e crueldade. E tudo se passa no meio do teatro. Grupo reencena peça que, no passado, foi interrompida pelos assassinatos de todo o elenco. Agora, na remontagem, as mortes voltam a ocorrer. Além do décor do teatro, a dupla de diretores força o tom documentário. Os personagens têm os nomes dos atores, se é que isso significa alguma coisa. O trailer é bem impressionante e promete emoções violentas.  

Campo de Jogo, de Eryk Rocha Filho de Glauber - "Meu pai é pai do cinema brasileiro" -, Eryk pensa o Brasil, seu futebol e o cinema, e concentra tudo isso num campo de várzea, no Rio. Ali perto está o Maracanã, e o letreiro informa que foi cenário da final da Copa do Mundo da Fifa. No campo de Eryk, ocorre outra final - a de um campeonato de comunidades. O jogo vai para os pênaltis. Com música de percussão, e excertos de Villa-Lobos, Wagner e da Callas, o diretor cria um ensaio poético e mostra que se pode fazer épico sem super-heróis, ou com heróis anônimos. Acredite - esse será um dos grandes filmes do ano.  

Gerônimo, de Tony Gatlif Cineasta militante, Gatlif vale-se do mito (Romeu e Julieta) para contar uma história de tensões sociais e culturais na França contemporânea. Uma educadora tenta ajudar jovem casal cujo amor é impossível no quadro das disputas étnicas entre ciganos e turcos. Um filme sem heróis nem vilões e com um olhar acurado para as diferenças.   

Aliyah, de Elie Wajeman Homenageado no recente Festival Varilux, o ator Pio Marmai faz judeu que deixa Paris e retorna a Israel não por motivos religiosos, ou motivado pelo pertencimento - a necessidade de retomar as origens. Desligado da tradição e com o pé na marginalidade, ele aceita o convite do primo para montar um restaurante. E agora tem de romper com o mundo velho e ingressar no mundo novo. Muito bem interpretado (por Marmai, Adele Haenel e Cédric Khan), e com boas observações humanas e sociais, um filme que vale ver.  

A Forca, de Travis Cluff e Chris Loifing A publicidade promete - o novo nome do terror é Charlie, que enforca suas vítimas num clima de sadismo e crueldade. E tudo se passa no meio do teatro. Grupo reencena peça que, no passado, foi interrompida pelos assassinatos de todo o elenco. Agora, na remontagem, as mortes voltam a ocorrer. Além do décor do teatro, a dupla de diretores força o tom documentário. Os personagens têm os nomes dos atores, se é que isso significa alguma coisa. O trailer é bem impressionante e promete emoções violentas.  

Campo de Jogo, de Eryk Rocha Filho de Glauber - "Meu pai é pai do cinema brasileiro" -, Eryk pensa o Brasil, seu futebol e o cinema, e concentra tudo isso num campo de várzea, no Rio. Ali perto está o Maracanã, e o letreiro informa que foi cenário da final da Copa do Mundo da Fifa. No campo de Eryk, ocorre outra final - a de um campeonato de comunidades. O jogo vai para os pênaltis. Com música de percussão, e excertos de Villa-Lobos, Wagner e da Callas, o diretor cria um ensaio poético e mostra que se pode fazer épico sem super-heróis, ou com heróis anônimos. Acredite - esse será um dos grandes filmes do ano.  

Gerônimo, de Tony Gatlif Cineasta militante, Gatlif vale-se do mito (Romeu e Julieta) para contar uma história de tensões sociais e culturais na França contemporânea. Uma educadora tenta ajudar jovem casal cujo amor é impossível no quadro das disputas étnicas entre ciganos e turcos. Um filme sem heróis nem vilões e com um olhar acurado para as diferenças.   

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