Escritor Gerardo Mello Mourão morre aos 90 anos


Autor de A Invenção do Mar foi indicado ao Prêmio Nobel em 1979

Por Agencia Estado

Escritor e poeta indicado ao Prêmio Nobel em 1979, o cearense Gerardo Mello Mourão morreu nesta sexta-feira, no Rio, aos 90 anos, de falência múltipla dos órgãos. Ele passou dois meses internado na Casa de Saúde São José, no Humaitá, zona sul da cidade. Nascido na cidade de Ipueiras, Mourão foi integralista durante a juventude e esteve preso diversas vezes, por razões políticas, durante o Estado Novo (1937- 1945) e a ditadura militar iniciada em 1964. Sua passagem mais longa pela cadeia durou quase seis anos, entre 1942 e 1948, período que aproveitou para escrever. Alguns de seus livros mais famosos são A Invenção do Mar e O País dos Mourões. Reconhecido internacionalmente, foi amigo do poeta Pablo Neruda (1904-1973). Viveu em alguns países da Europa e também no Chile, onde se dedicou à vida acadêmica, e China, de onde escreveu para a imprensa durante a década de 1980, sendo o primeiro correspondente brasileiro a se estabelecer naquele país. Seu enterro será às 17 horas desta sábado, no Cemitério São João Batista, em Botafogo.

Escritor e poeta indicado ao Prêmio Nobel em 1979, o cearense Gerardo Mello Mourão morreu nesta sexta-feira, no Rio, aos 90 anos, de falência múltipla dos órgãos. Ele passou dois meses internado na Casa de Saúde São José, no Humaitá, zona sul da cidade. Nascido na cidade de Ipueiras, Mourão foi integralista durante a juventude e esteve preso diversas vezes, por razões políticas, durante o Estado Novo (1937- 1945) e a ditadura militar iniciada em 1964. Sua passagem mais longa pela cadeia durou quase seis anos, entre 1942 e 1948, período que aproveitou para escrever. Alguns de seus livros mais famosos são A Invenção do Mar e O País dos Mourões. Reconhecido internacionalmente, foi amigo do poeta Pablo Neruda (1904-1973). Viveu em alguns países da Europa e também no Chile, onde se dedicou à vida acadêmica, e China, de onde escreveu para a imprensa durante a década de 1980, sendo o primeiro correspondente brasileiro a se estabelecer naquele país. Seu enterro será às 17 horas desta sábado, no Cemitério São João Batista, em Botafogo.

Escritor e poeta indicado ao Prêmio Nobel em 1979, o cearense Gerardo Mello Mourão morreu nesta sexta-feira, no Rio, aos 90 anos, de falência múltipla dos órgãos. Ele passou dois meses internado na Casa de Saúde São José, no Humaitá, zona sul da cidade. Nascido na cidade de Ipueiras, Mourão foi integralista durante a juventude e esteve preso diversas vezes, por razões políticas, durante o Estado Novo (1937- 1945) e a ditadura militar iniciada em 1964. Sua passagem mais longa pela cadeia durou quase seis anos, entre 1942 e 1948, período que aproveitou para escrever. Alguns de seus livros mais famosos são A Invenção do Mar e O País dos Mourões. Reconhecido internacionalmente, foi amigo do poeta Pablo Neruda (1904-1973). Viveu em alguns países da Europa e também no Chile, onde se dedicou à vida acadêmica, e China, de onde escreveu para a imprensa durante a década de 1980, sendo o primeiro correspondente brasileiro a se estabelecer naquele país. Seu enterro será às 17 horas desta sábado, no Cemitério São João Batista, em Botafogo.

Escritor e poeta indicado ao Prêmio Nobel em 1979, o cearense Gerardo Mello Mourão morreu nesta sexta-feira, no Rio, aos 90 anos, de falência múltipla dos órgãos. Ele passou dois meses internado na Casa de Saúde São José, no Humaitá, zona sul da cidade. Nascido na cidade de Ipueiras, Mourão foi integralista durante a juventude e esteve preso diversas vezes, por razões políticas, durante o Estado Novo (1937- 1945) e a ditadura militar iniciada em 1964. Sua passagem mais longa pela cadeia durou quase seis anos, entre 1942 e 1948, período que aproveitou para escrever. Alguns de seus livros mais famosos são A Invenção do Mar e O País dos Mourões. Reconhecido internacionalmente, foi amigo do poeta Pablo Neruda (1904-1973). Viveu em alguns países da Europa e também no Chile, onde se dedicou à vida acadêmica, e China, de onde escreveu para a imprensa durante a década de 1980, sendo o primeiro correspondente brasileiro a se estabelecer naquele país. Seu enterro será às 17 horas desta sábado, no Cemitério São João Batista, em Botafogo.

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